Efeito da administração de metilfenidato sobre a cadeia respiratória mitocondrial e creatina quinase em cérebro de ratos jovens e adultos

dc.contributor.advisorStreck, Emilio Luiz
dc.contributor.authorFagundes, Ana Olinda Nicknick
dc.contributor.otherQuevedo, João
dc.date.accessioned2025-07-08T19:11:42Z
dc.date.available2025-07-08T19:11:42Z
dc.date.created2009
dc.descriptionTese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de Doutor em Ciências da Saúde.pt_BR
dc.description.abstractO metilfenidato é frequentemente prescrito para o tratamento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Sabe-se que os psicoestimulantes podem causar alterações neuroquímicas e comportamentais, quando usados cronicamente. Os mecanismos responsáveis pelos efeitos terapêuticos e adversos desse fármaco ainda são pouco conhecidos. Estudos já demonstraram que o metilfenidato altera a atividade metabólica cerebral. A maior parte da energia celular é obtida pela fosforilação oxidativa, na cadeia respiratória mitocondrial. Tecidos com alta demanda energética, como o cérebro, possuem grandes quantidades de mitocôndria. O objetivo desse trabalho foi medir a atividade dos complexos I, II, III e IV da cadeia respiratória mitocondrial e da creatina quinase em cerebelo, córtex pré-frontal, hipocampo, estriado e córtex cerebral de ratos jovens e adultos submetidos à administração aguda e crônica de metilfenidato nas doses de 2, 5, 10mg/kg/dia. Os resultados mostram que os complexos I e III não foram alterados pela administração crônica de metilfenidato em cérebro de ratos jovens. No entanto, a administração aguda diminuiu a atividade do complexo I no cerebelo e córtex pré-frontal, sem afetar os demais complexos. A administração aguda e crônica de metilfenidato causou inibição de todos os complexos da cadeia respiratória mitocondrial no hipocampo, córtex pré-frontal, estriado e córtex cerebral de ratos adultos. Por outro lado, não alteraram suas atividades em cerebelo. A creatina quinase teve sua atividade aumentada após a administração aguda do fármaco no córtex pré-frontal, hipocampo, estriado e córtex cerebral. O mesmo não foi evidenciado em cerebelo de ratos adultos e jovens. Na administração crônica, o metilfenidato também aumentou a atividade enzimática nessas regiões cerebrais, bem como no cerebelo dos animais jovens e adultos. Esse trabalho demonstrou que o metilfenidato exerce efeitos sobre a cadeia respiratória mitocondrial e creatina quinase, que são de fundamental importância na regulação, regeneração e manutenção do ATP.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/11750
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectMetilfenidatopt_BR
dc.subjectCreatina quinasept_BR
dc.subjectCrianças hiperativaspt_BR
dc.subjectCiências da saúdept_BR
dc.titleEfeito da administração de metilfenidato sobre a cadeia respiratória mitocondrial e creatina quinase em cérebro de ratos jovens e adultospt_BR
dc.typeTesept_BR

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