As interações pedagógicas entre o segundo professor e o professor titular na perspectiva do ensino colaborativo

dc.contributor.advisorGiacomazzo, Graziela Fátima
dc.contributor.authorBuss, Beatriz
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2019-02-13T20:55:27Z
dc.date.available2019-02-13T20:55:27Z
dc.date.created2018
dc.descriptionDissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Educaçãopt_BR
dc.description.abstractO estudo em apreço objetivou analisar a percepção dos segundos professores de turma sobre as interações e as relações pedagógicas que se estabelecem entre esse profissional e o professor titular na perspectiva do ensino colaborativo (coensino). Para tanto, apresentam-se os objetivos específicos: contextualizar o histórico da educação inclusiva no Brasil e Santa Catarina; compreender o conceito de Educação Inclusiva; realizar estudo teórico sobre o conceito de coensino; e analisar a função do segundo professor e suas atribuições de acordo com os documentos legais e as políticas de inclusão no Brasil. Dessa forma, a pesquisa exibe o histórico da educação inclusiva nacional e estadual, apresenta o profissional Segundo Professor de Turma, que surgiu legalmente a partir do ano de 2006, iniciando nas escolas no ano de 2007. A terminologia “Segundo professor de turma” expressa um profissional habilitado em educação especial, que atua juntamente com o professor regente nas turmas onde exista matrícula de educandos com deficiências. Apropriando-se dos estudos de Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014) o coensino é definido como uma parceria entre os professores de ensino regular e especial, em que os dois se responsabilizam e compartilham o planejamento, a execução e a avaliação de um grupo heterogêneo de estudantes. Optou-se pela pesquisa de campo realizada com profissionais atuantes como segundo professores na região da 36ª gerência regional de Santa Catarina, os dados foram coletados por meio de uma entrevista semiestruturada, possibilitando o diálogo no momento da entrevista e uma autoavaliação. Diante dos dados foram organizados três Eixos estruturantes e uma categoria denominada Autoavaliação. A partir da análise percebemos a organização do sistema diante do contexto inclusivo e como ocorre o processo do coensino diante da percepção dos segundos professores, em relação aos seguintes elementos: tempo para a realização do planejamento compartilhado, suas implicações e organização do ensino; as interações entre escola, família e profissionais envolvidos; as possibilidades formativas do segundo professor; a frequência do coensino nas escolas da região e o posicionamento das segundas professoras pesquisadas. Foi possível compreender as possibilidades de interação oferecidas pelo coensino, entretanto há outros fatores que implicam para que os professores envolvidos na parceria alcancem o estágio de colaboração.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/6462
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectEducação inclusivapt_BR
dc.subjectSegundo professorpt_BR
dc.subjectEnsino colaborativopt_BR
dc.subjectProfessores de educação especialpt_BR
dc.titleAs interações pedagógicas entre o segundo professor e o professor titular na perspectiva do ensino colaborativopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR

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