Análise dos fatores de risco para síndrome HELLP em uma maternidade do Sul Catarinense
| dc.contributor.advisor | Schein, Alaor Ernst | |
| dc.contributor.author | Silva, Bethania Lunelli da | |
| dc.contributor.author | Guedes, Daniela Dadalt | |
| dc.coverage.spatial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2021-03-25T23:13:05Z | |
| dc.date.available | 2021-03-25T23:13:05Z | |
| dc.date.created | 2020-07 | |
| dc.description | Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Introdução: pré-eclampsia é uma condição materno-fetal associada com grande morbimortalidade e complicações, como Síndrome HELLP (hemólise, alteração de enzimas hepáticas, plaquetopenia). O presente estudo visa descrever o perfil de pacientes com pré-eclâmpsia, assim como analisar os fatores de risco para o desenvolvimento de Síndrome HELLP em gestantes do Sul Catarinense. Metodologia: estudo observacional, retrospectivo, com coleta de dados secundários e abordagem quantitativa, com análise de 14.048 prontuários, identificando pacientes que apresentaram pré-eclâmpsia e/ou Síndrome HELLP. Os dados coletados correspondem ao período de janeiro de 2013 a dezembro de 2018. As variáveis analisadas foram idade, idade gestacional, história mórbida pregressa de pré-eclâmpsia, ultrassonografia com crescimento uterino restrito, tempo de internação, óbito fetal e materno. Resultados: foram identificadas 146 pacientes com pré-eclâmpsia, que apresentam o perfil típico de 28 anos de idade, 35 semanas gestacionais, não nulíparas, que permanecem internadas por 5 dias. Dessas, 18% apresentaram crescimento intrauterino restrito. 2% faleceram, e ocorreu óbito fetal em 3,8% dos casos. Havia pré-eclâmpsia anterior em 20%. Catorze (9,5%) pacientes desenvolveram Síndrome HELLP. Não foi identificado nenhum caso de HELLP sem pré-eclâmpsia. A média de idade gestacional foi estatisticamente inferior nas pacientes com pré-eclâmpsia que desenvolveram HELLP, quando comparada com as que não desenvolveram (32,0 versus 35,7 semanas). Identificou-se também diferença entre o tempo médio de internação (8,5 versus 5,0 dias). As demais variáveis não apresentaram diferença estatisticamente significativa. Conclusão: Constatou-se que pré-eclâmpsia com aparecimento precoce na gestação é fator de risco predisponente para desenvolvimento de Síndrome HELLP. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/7923 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Pré-eclampsia | pt_BR |
| dc.subject | Síndrome HELLP | pt_BR |
| dc.subject | Gravidez de alto risco | pt_BR |
| dc.subject | Hipertensão induzida pela gravidez. | pt_BR |
| dc.title | Análise dos fatores de risco para síndrome HELLP em uma maternidade do Sul Catarinense | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |
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