Tudo que há, dentro de nós: conexão e fazer dentro de ateliês

dc.contributor.advisorBaumer, Édina Regina
dc.contributor.authorBerardinelli, Ana Paula Costa
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2020-03-26T21:04:47Z
dc.date.available2020-03-26T21:04:47Z
dc.date.created2019-12
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Licenciada, no curso de Artes Visuais Licenciatura, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractEsta pesquisa parte do questionamento de quais as contribuições que o ensino de artes em modalidades não formais podem trazer para o desenvolvimento artístico e cultural de jovens e crianças. A metodologia parte da escolha da a/r/tografia por ser uma abordagem que envolve práticas de professores artistas e onde o pesquisador pode falar de sua identidade. A a/r/tografia possibilita ainda que o pesquisador use a sua criatividade na busca de saberes que não são exatos e valoriza tanto o percurso quanto o resultado final. Teve como objetivo geral abordar algumas questões que permeiam o ensino da arte em espaços não formais e como objetivos específicos investigar a experiência de alunos em relação ao ensino da arte em espaços não formais para além de arte como disciplina de grade curricular, assim como trazer considerações a partir das contribuições do ensino não formal para a formação docente. Essas inquietações crescem em mim desde que me vejo com uma infância que transita entre os ambientes de escola e os ambientes de ateliê mas o fato de questionar e observar as crianças dentro do meu ateliê, motivou a definição por este tema de pesquisa. A partir deste estudo percebo que no espaço não formal há possibilidade para a experimentação, observação e vivência, o professor consegue formar e capacitar suas didáticas afim de tornar o ambiente numa plataforma de conteúdo e inspiração para o aluno que ali se desenvolve. Há um processo maior de interação entre professor, aluno e o objeto de conhecimento. A convivência dentro do ateliê faz com que os alunos se tornem mais sensíveis e observadores, o que torna fácil o diálogo entre professor e aluno. Os espaços não formais são meios capazes de transformar o que é aprendido em sala de aula, o aluno se coloca como observador e questionador do que está em sua volta, logo as duas modalidades podem se complementar. Ao fim da pesquisa concluo também pela importância dos espaços não formais na docência dos professores de artes. O espaço não formal nos permite articular melhor suas proposições, nos fazem experimentar, nos dão espaço. O espaço não formal aproxima o professor e o aluno, e tudo ali dentro torna-se verdadeiro e intenso. Quando oportunizamos experiências e vivências reais aos alunos, estamos contribuindo para a parcela da educação que engrandece, afirma e questiona.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/7592
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectEnsino de Artept_BR
dc.subjectEspaços não formaispt_BR
dc.subjectAteliêr de artept_BR
dc.titleTudo que há, dentro de nós: conexão e fazer dentro de ateliêspt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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