Avaliação do uso de protetor solar por alunos de medicina em uma universidade do extremo sul catarinense
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Introdução: Muitas doenças são provocadas ou agravadas pela exposição à radiação solar. A principal radiação é a ultravioleta (UV), que promove fotoenvelhecimento cutâneo precoce e pode levar ao câncer de pele. O protetor solar é utilizado para prevenção destas lesões, especialmente quando aplicado na quantidade de 2 mg por cm2 de pele e reaplicado a cada duas horas. O objetivo deste estudo é avaliar o uso de protetor solar por estudantes de Medicina em uma universidade do extremo sul catarinense. Métodos: Estudo observacional transversal, com coleta de dados primários e abordagem quantitativa. Foi aplicado um questionário online, criado pelas pesquisadoras, aos estudantes de Medicina em uma universidade do extremo sul catarinense. A coleta foi composta por 249 alunos no período entre junho e julho de 2020. Foram inclusos na amostra estudantes que estiveram matriculados no curso de Medicina, entre a primeira e a décima primeira fases e exclusos estudantes da décima segunda fase. Resultados: O fototipo de pele mais encontrado entre os estudantes foi o III, representando 35,3%. A maioria dos estudantes faz uso de protetor solar (81,9%), assim como medidas físicas de proteção (73,5%). O FPS mais utilizado foi o > 30. As mulheres representam a maior parte dos usuários de protetor solar (84,3%), assim como de medidas físicas de proteção (78,7%). Conclusão: Verificou-se que a maioria dos estudantes faz uso de protetor solar, porém não regularmente, sendo que as mulheres correspondem à maior parte deles.
Descrição
Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.
