Análise dos fatores de risco da síndrome coronariana aguda em mulheres atendidas em um hospital privado do extremo sul Catarinense

dc.contributor.advisorBolam, Amanda Cirimbelli
dc.contributor.authorTrombim, João Victor Rocha
dc.contributor.authorMariano, Luiz Gustavo Zeferino
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2023-09-05T18:12:24Z
dc.date.available2023-09-05T18:12:24Z
dc.date.created2023-07
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractFUNDAMENTO: A síndrome coronariana aguda (SCA) é uma doença caracterizada pela redução parcial ou completa do fluxo sanguíneo nas artérias coronárias. A SCA afeta 18 milhões de pessoas todos os anos ao redor do mundo e está associada a desfechos desfavoráveis se não diagnosticada precocemente. OBJETIVO: Identificar os fatores de risco para SCA em mulheres atendidas em um hospital privado do extremo sul catarinense entre 2017 e 2022. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo observacional transversal com coleta de dados secundaria de 125 prontuários entre os anos de 2017 e 2022 de mulheres atendidas em um hospital no extremo sul de Santa Catarina. Foi analisada a presença ou não dos fatores de risco para SCA e a apresentação clínica da doença ao diagnóstico. O nível de significância utilizado foi de 5%. RESULTADOS: A média de idade foi de 69,66 anos. Os fatores de risco mais incidentes foram hipertensão arterial sistêmica (HAS) em 83,2% dos casos, 64,4% apresentaram dislipidemia e 44,8% eram diabéticas. Em relação ao tipo de SCA, a de maior ocorrência foi o infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST (IAMSSST) com 50,4% dos casos. O infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST ocorreu em 12% dos casos, destes, a artéria mais acometida foi a coronária direita em 53,3 % dos casos. A manifestação clínica mais observada foi a precordialgia em 74,4 % das pacientes. A incidência de equivalentes anginosos foi de 19,2% dos casos, sendo o mais comum a dispneia em 51,9%. CONCLUSÕES: Os grupos de mulheres que apresentam mais episódios de SCA são as pós-menopausas, com comorbidades, sendo a mais comum a HAS, o sintoma mais prevalente é a precordialgia e o tipo de SCA mais observado foi o IAMSSST.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/10303
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectInfarto agudo do miocárdiopt_BR
dc.subjectSíndrome coronariana agudapt_BR
dc.subjectMulherespt_BR
dc.titleAnálise dos fatores de risco da síndrome coronariana aguda em mulheres atendidas em um hospital privado do extremo sul Catarinensept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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