O ciclo completo de polícia como alternativa de gestão da atividade policial, no contexto da segurança pública

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Atualmente, nos estados da federação há a composição de duas polícias: polícia civil e polícia militar. No entanto, no Brasil, as polícias estaduais não são dotadas do ciclo completo de polícia, ou seja, cabe à polícia civil a investigação de delitos, e à polícia militar o patrulhamento ostensivo, cada qual realiza apenas uma etapa do ciclo entre o fato delituoso e o encerramento de sua investigação. O objetivo deste trabalho foi pesquisar acerca das polícias estaduais brasileiras, suas funções, e discorrer sobre a implantação do ciclo completo de polícia como forma de otimização do trabalho policial. Para o presente trabalho foi utilizado o método dedutivo, em pesquisa do tipo teórica e qualitativa, com emprego de material bibliográfico diversificado como livros e teses e documental legal. O trabalho foi dividido em três capítulos: no primeiro, estudou-se o atual sistema de segurança pública, bem como a crise da segurança pública atual. No segundo, analisou-se as origens das polícias e a estrutura e competência das atuas polícias estaduais, bem como expostas os problemas do atual modelo. No terceiro, foi pesquisado sobre o ciclo completo de polícia e sua implantação nos estados, bem como examinou-se as Propostas de Emenda a Constituição e os obstáculos para a implantação de tal modelo no Brasil. Concluiu-se que, apesar dos problemas institucionais e legais, a implantação do ciclo completo de polícia é viável no Brasil, sendo que tal sistema pode otimizar o trabalho policial, reduzindo gastos, aumentando a agilidade na elucidação de crimes, o que tornaria as polícias mais efetivas, resultando em uma melhora na prestação da segurança pública.

Descrição

Monografia apresentada ao Curso de Graduação em Direito da Universidade do Extremo Sul Catarinense, como requisito parcial para obtenção do Grau de Bacharel em Direito.

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