Perfil epidemiológico dos pacientes hipertensos atendidos em um ambulatório de cardiologia de uma universidade do extremo sul catarinense no período de 2017
| dc.contributor.advisor | Bolan, Amanda Cirimbelli | |
| dc.contributor.author | Silva, Alexandre Possamai Della | |
| dc.contributor.author | Lara, Rafael Tassi | |
| dc.coverage.spatial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2019-11-22T18:00:06Z | |
| dc.date.available | 2019-11-22T18:00:06Z | |
| dc.date.created | 2019-07 | |
| dc.description | Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Introdução: A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é a condição crônica mais comum tratada por profissionais de saúde, sendo considerada um grande problema de saúde pública por sua alta prevalência, baixas taxas de controle e associação com doenças de alta morbidade e mortalidade. Dessa forma, é importante reconhecer o perfil epidemiológico dos pacientes hipertensos de um ambulatório de cardiologia, para avaliar os fatores de risco e realizar intervenções preventivas, objetivando reduzir sua incidência e obter controle precoce para que se evitem complicações futuras. Métodos: Estudo observacional retrospectivo, com coleta de dados secundários e abordagem quantitativa, mediante prontuários de pacientes hipertensos atendidos no ambulatório de cardiologia de uma Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) no período de 2017. Resultados: Foram incluídos 181 pacientes, com predomínio de mulheres (71,3%), da raça branca (73,5%), entre 61 a 70 anos (35,4%), com história familiar positiva (75,7%). A maioria sedentária (70,2%), com sobrepeso (29,3%) e obesidade grau I (29,8%). Eram não fumantes (62,4%) e não etilistas (94,5%). Quando avaliadas as comorbidades associadas, houve predomínio de dislipidemia (44,8%), diabetes mellitus (33,1%) e doença arterial coronariana (23,8%). A associação de dois medicamentos foi a mais utilizada (41,4%), sendo as classes mais prevalentes os diuréticos (63%), bloqueadores dos receptores de angiotensina (61,9%) e betabloqueadores (42%). Conclusão: Perfil geral dos pacientes hipertensos atendidos no ambulatório de cardiologia da UNESC são mulheres brancas com idade entre 61-70 anos, com história familiar positiva, sedentárias com sobrepeso e obesidade, com comorbidades associadas e em tratamento medicamentoso com associação de anti-hipertensivos. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unesc.net/handle/1/7231 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Hipertensão arterial sistêmica | pt_BR |
| dc.subject | Saúde pública | pt_BR |
| dc.subject | Pacientes hipertensos | pt_BR |
| dc.subject | Perfil de saúde | pt_BR |
| dc.title | Perfil epidemiológico dos pacientes hipertensos atendidos em um ambulatório de cardiologia de uma universidade do extremo sul catarinense no período de 2017 | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |
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