Relicário, cartas e memórias: do ateliê à docência

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A presente pesquisa está inserida na linha de Processos e Poéticas, do curso de Artes Visuais – Licenciatura da Universidade do Extremo Sul Catarinense, tem como abordagem metodológica cartográfica pois, percorre o caminho formativo do professor-artista alinhado ao objetivo de investigar as memórias afetivas dos ateliês provocadas pelas experiências e vivências interativas. Alinhada a questão problema: de que maneira se dá a formação do professor-artista a partir dos ateliês de arte e de suas memórias? Compreendo que as memórias perpassam a minha experiência pessoal como acadêmica de licenciatura e artista que se percebe em ambos, professora e artista. Em torno disso, proponho a organização textual da pesquisa em formato de carta e, de cartas convidando um grupo de professores-artistas e professores de artes: Alan Cichela, Daniele Zacarão, Izabel Duarte, Gabriela Fernandes, Mikael Miziescki, Sérgio Honorato, Silemar da Silva e Thais Klima. E propondo a escrita de cartas com elementos dos ateliês de arte e suportes contemporâneos, para alunos do Ensino Médio da Escola de Educação Básica Antônio Colonetti, situada em Içara. Corroboraram com a pesquisa, autores como Lampert (2017), Derdyk (2004), Kastrup e Passos (2013), Facco (2018), Pereira (2014), Lampert; Nunes (2014), Bosi (1994) e Vasconcelos (2007). Assim, essa abordagem da pesquisa em torno do professor-artista pelo viés das memórias afetivas dos ateliês, traz em seu intuito fortalecer as reflexões sobre a formação que alia a docência em arte com as práticas artísticas nos ateliês.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de licenciada no curso de Artes Visuais - da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.

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