Prevalência de dislipidemia e excesso de peso em pacientes no climatério atendidas no ambulatório de ginecologia da Universidade do Extremo Sul Catarinense
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O envelhecimento do ser humano acarreta diversas mudanças, tanto físicas quanto hormonais, no caso das mulheres, o hipoestrogenismo decorrente da falência ovariana progressiva é o principal determinante dos sinais e sintomas clínicos observados no climatério. Tem por objetivo conhecer a prevalência de dislipidemia e excesso de peso em pacientes no climatério atendidas em um ambulatório de ginecologia da universidade do extremo sul catarinense. Na metodologia realizou-se um estudo analítico, transversal, retrospectivo, documental com coleta de dados secundários. A população foi composta por 132 prontuários de pacientes climatéricas na pós-menopausa no período de 2013 a 2015. Tendo como resultado a amostra composta por mulheres com média de idade de 57,65 anos (±6,68), a média de IMC foi de 29,25 kg/m2 (±4.80), apresentando como classificação mais frequente o sobrepeso (43,2%; n=57). As pacientes com níveis de HDL abaixo do recomendado constituíram a maior parte da amostra (51,5%; n=68), da mesma forma, a maioria das pacientes estudas não estavam em uso de TH (87,9%; n=116). Desta forma, conclui-se que perfil das pacientes climatéricas envolve, em sua maioria, pacientes com excesso de peso e dislipidemia, predominando níveis de HDL abaixo do recomendado e baixa frequência de mulheres usuárias de TH.
Descrição
Artigo apresentado como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Medicina, da Universidade do Extremo Sul Catarinense- UNESC
