Barreiras comerciais e tarifárias no mercado avícola brasileiro no período de 2001 a 2017

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A avicultura Brasileira desenvolveu-se a partir da década de 1960, com o surgimento de grupos agroindustriais direcionados ao setor. Sua cadeia produtiva com o formato de produção integrada, economia de escala, trouxe uma vantagem comparativa, tornando-a líder mundial. Assim, todo o setor avícola movimenta grandes volumes de produtos (Carne e derivados), e por consequência, elevados montantes em dinheiro, tanto no mercado interno quanto externo. O presente estudo tem o objetivo avaliar os efeitos das medidas não tarifárias impostas pelos mercados importadores de frangos mundiais e como as barreiras não tarifárias podem afetar a comercialização e distribuição do produto de Santa Catarina. As barreiras não tarifárias são medidas estipuladas pela política econômica de um governo para barrar ou diminuir o comércio entre os países e afetam as cadeias produtivas agroindustriais que se caracterizam pela produção de insumos, industrialização, comercialização e distribuição. Para elaboração do trabalho utilizou-se o método indutivo com uma abordagem qualitativa, objetivo descritivo e exploratório com uma estratégia de análise documental e técnica de pesquisa em base de dados secundária. Os resultados apontaram que a regulamentação brasileira segue as diretrizes de órgãos internacionais, tanto no que diz respeito a procedimentos de fiscalização e controle como padrões de referência nos padrões e recomendações para as doenças animais e zoonoses. No que tange aos players no mercado avícola mundial, há uma tendência de aumento de 2% na produção global ainda em 2018.

Descrição

Projeto de Dissertação apresentado ao Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Socioeconômico da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), como requisito parcial para a obtenção do título de Mestra em Desenvolvimento Socioeconômico.

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