Resultados do Frax-Brasil em pacientes com fraturas osteoporóticas atendidos em um Hospital do Extremo Sul Catarinense

dc.contributor.advisorHeluany, Claudia Cipriano Vidal
dc.contributor.authorRomão, Mariana Jesuína
dc.contributor.authorMattei, Renata de Fáveri
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2019-12-10T14:51:54Z
dc.date.available2019-12-10T14:51:54Z
dc.date.created2015-12
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractEste estudo teve como objetivo avaliar se os pacientes que foram atendidos com fratura osteoporótica, no Setor de Ortopedia de um Hospital do Extremo Sul Catarinense, apresentavam, através do FRAX-Brasil, risco elevado de fratura osteoporótica. Foi realizado um estudo observacional retrospectivo, de natureza quantitativa e com coleta de dados secundários. Foram incluídos no estudo 79 pacientes que foram admitidos no local de estudo, apresentando fraturas osteoporóticas e com prontuários devidamente preenchidos, sendo excluídos os que apresentaram fraturas de alto impacto ou que não corresponderam a fraturas osteoporóticas e com idade inferior a 40 anos ou superior a 90 anos. Os dados coletados foram colocados na ferramenta FRAX-Brasil e após analisados com auxílio do software IBM Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versão 22.0. Ao analisar os dados observou-se que a amostra era composta de uma média de idade de 69,80±11,70 anos, sendo 77,2% dos pacientes do sexo feminino. Os principais sítios de fratura encontrados foram rádio em 43,0% e fêmur em 34,2%. Ao verificar a relação dos gêneros, houve uma diferença significativa (p<0,001) para fraturas, sendo os maiores valores para sexo feminino. O resultado do FRAX para fratura maior foi de 5,80%(2,85-13,50) e para fratura de quadril 2,40%(0,60-7,20). Quanto ao risco, apenas 10,1% apresentaram risco de fratura maior e 40,5% para fratura de quadril. Neste estudo, a ferramenta FRAX mostrou reduzida acurácia quando se analisou retrospectivamente em pacientes com fraturas de fêmur, não apresentando resultados positivos como preditor de fraturas em relação a outros sítios.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/7388
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectFraturas Osteoporóticaspt_BR
dc.subjectRiscopt_BR
dc.subjectFêmurpt_BR
dc.titleResultados do Frax-Brasil em pacientes com fraturas osteoporóticas atendidos em um Hospital do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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