Justiça distributiva e as políticas públicas socioeconômicas brasileiras: apontamentos sobre o PRONATEC
| dc.contributor.advisor | May, Yduan de Oliveira | |
| dc.contributor.author | Gonçalves, Claudia Bauer | |
| dc.coverage.spatial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2019-05-09T19:50:25Z | |
| dc.date.available | 2019-05-09T19:50:25Z | |
| dc.date.created | 2018-12 | |
| dc.description | Monografia apresentada ao Curso de Graduação em Direito da Universidade do Extremo Sul Catarinense, como requisito parcial para obtenção do Grau de Bacharel em Direito. | pt_BR |
| dc.description.abstract | John Rawls foi um filósofo contemporâneo, que defendeu o modelo de Estado Social Democrático, desenvolvendo uma teoria de justiça distributiva a partir do contrato social. De acordo com sua teoria, o contrato social necessita obrigatoriamente da participação social, e de conceitos de justiça publicamente aceitos pela maioria, respeitando, assim, princípios de liberdade e igualdade. Com o modelo social proposto por John Rawls, o Estado deve observar as particularidades de cada indivíduo para desenvolver mecanismos que possibilitem oportunidades equânimes. Observou-se que, coincidentemente, o Brasil, um Estado Democrático, possui diversos programas sociais, resultantes de políticas públicas de cunho socioeconômico, cujo objetivo é o de diminuir as desigualdades socioeconômicas do país. O objetivo geral era encontrar pontos em comum entre a justiça distributiva de Rawls e as políticas públicas socioeconômicas brasileiras. Para isso, a metodologia utilizada foi o método dedutivo, em pesquisa do tipo teórica, com emprego de material bibliográfico, principalmente livros, utilizando também legislações, artigos de periódicos e dissertações. No primeiro capítulo, estudou-se a Teoria de Justiça de John Rawls e a justiça distributiva. No segundo capítulo, abordou-se as políticas públicas e o contexto brasileiro do direito à inclusão socioeconômica. No terceiro capítulo, realizou-se apontamentos sobre o PRONATEC e a sua relação com a justiça distributiva de Rawls, apresentando a importância de ambos na minimização da desigualdade socioeconômica brasileira. Ao final, é possível compatibilizar a justiça distributiva com as políticas públicas socioeconômicas brasileiras, em especial o PRONATEC, pois princípios norteadores da teoria de Rawls são observados no desenvolvimento do programa, já que observam indivíduos vulneráveis dentro de uma sociedade com ideais de liberdade e igualdade, buscando o desenvolvimento estruturado e cooperativo da nação, a fim de atingir a forma mais pura de justiça: a equidade. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/6858 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Justiça distributiva | pt_BR |
| dc.subject | Políticas públicas | pt_BR |
| dc.subject | Inclusão socioeconômica | pt_BR |
| dc.subject | Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Brasil) | pt_BR |
| dc.title | Justiça distributiva e as políticas públicas socioeconômicas brasileiras: apontamentos sobre o PRONATEC | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |