Perfil epidemiológico dos acessos vasculares em pacientes com doença renal crônica submetidos à hemodiálise em centros de referência de cidade da região carbonífera

dc.contributor.advisorTaddeo Filho, Luis
dc.contributor.authorCosta, Vinicios Matos
dc.contributor.authorBúrigo, Thiago Meller
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2021-03-25T19:26:48Z
dc.date.available2021-03-25T19:26:48Z
dc.date.created2020-07
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: A Doença Renal Crônica (DRC) caracteriza-se pela diminuição da capacidade dos rins de filtrar os resíduos metabólicos do sangue. Em estágios avançados é frequente o uso de Terapia de Substituição Renal (TSR). O acesso vascular para a TSR na Hemodiálise (HD) é imprescindível. A Fístula arteriovenosa (FAV) é o tipo mais frequente de acesso vascular. Objetivo: Conhecer o perfil epidemiológico da DRC e das FAVs de pacientes em Hemodiálise. Métodos: Estudo observacional, descritivo, retrospectivo, quantitativo, com coleta de dados secundários de prontuários da região Carbonífera de Santa Catarina. Inclusão: Pacientes portadores de DRC com FAVs submetidos à HD. Exclusão: Insuficiência de dados. Resultados: A mediana de idade da população foi de 61 anos, houve predomínio do sexo masculino, raça branca e ensino fundamental incompleto. As causas mais frequentes de DRC foram a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), Diabetes Mellitus (DM) e Glomerulopatias Primárias. As comorbidades mais prevalentes foram HAS, DM e Dislipidemia. A FAV mais comum foi a radiocefálica. Os motivos de falha mais evidentes foram Trombose, Ausência de Fluxo, Estenose e Infecção. As FAVs com maior complicação foram as de pacientes com DM. A presença de Doença Arterial Coronariana (DAC) denota um maior tempo de maturação. Conclusões: A DRC possui uma associação direta com a idade e presença de comorbidades. A hemodiálise possui predileção para a TSR, sendo as FAVs o acesso preposto e fístula radiocefálica a primeira escolha. Quanto mais se utilizam as FAVs, mais surgem complicações e usualmente é necessária a criação de um acesso novo.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/7908
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDoença renal crônicapt_BR
dc.subjectHemodiálisept_BR
dc.subjectTerapia de substituição renalpt_BR
dc.subjectFístula arteriovenosapt_BR
dc.subjectPerfil de saúdept_BR
dc.titlePerfil epidemiológico dos acessos vasculares em pacientes com doença renal crônica submetidos à hemodiálise em centros de referência de cidade da região carboníferapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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