HIIT – Treinamento intervalado de alta intensidade para doenças cardiovasculares

dc.contributor.advisorGrande, Antônio José
dc.contributor.authorEsmeraldino, Cristian
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2017-02-17T22:43:41Z
dc.date.available2017-02-17T22:43:41Z
dc.date.created2016-12
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Educação Física da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractExercício de alta intensidade com ou sem intervalos está se tornando cada vez mais popular e uma pratica comum entre a população mundial fisicamente ativa. No entanto, algumas dúvidas pertinentes relativas à intensidade adequada e segurança deste tipo de intervenção ainda geram algumas opiniões controversas. Nota-se uma falta de consenso no que diz respeito a melhor zona alvo de treinamento a ser trabalhada e questões relacionadas à segurança deste tipo de intervenção. O objetivo principal desta revisão foi identificar possíveis riscos de eventos adversos cardiovasculares (EA) através de revisão sistemática de estudos clínicos randomizados. Foram considerados na fase de buscas estudos realizados com indivíduos >seis anos de idade, que duraram ≥quatro semanas, com doenças cardiovasculares e cardiometabólicas: Insuficiência Cardíaca (IC), Doença Arterial Coronariana (DAC) a qual se enquadra Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) e Acidente Vascular Cerebral (AVC), Transplantados Cardíacos (HTx) também foram incluídos. Doenças metabólicas, hipertensão, obesidade, diabetes tipo II e resistência à insulina, identificando eventos adversos ocorridos durante a pratica de HIIT ou em um curto período após. Como desfechos secundários foram analisados os dados de capacidade cardiorrespiratória (VO2max) e qualidade de vida (QoL). Buscas as bases de dados eletrônicas PubMed, Web of Science, LILACS, Cochrane library, EMBASE and SCOPUS foram realizadas, além de pesquisa manual em bibliografia de suporte adicional considerada relevante. Apenas dois estudos relataram eventos adversos ocorridos durante a intervenção com HIIT, todos registraram melhora cardiorrespiratória igual ou superior ao treinamento continuo. Seis estudos relataram 3 parâmetros globais físicos e mentais relacionados à qualidade de vida sendo que apenas um não registrou melhoras significativas nestes parâmetros. Concluímos desta forma que o exercício intervalado de alta intensidade a no máximo 95% FCmax, pode ser considerado seguro para pratica em populações cardiopatas ou não.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/4855
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectExercício de alta intensidade – Uso terapêuticopt_BR
dc.subjectExercício de alta intensidade – Efeitos adversospt_BR
dc.subjectIntensidade de esforçopt_BR
dc.subjectDoenças cardiovascularespt_BR
dc.titleHIIT – Treinamento intervalado de alta intensidade para doenças cardiovascularespt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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