Custos tributários e operacionais: estudo comparativo entre Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) e companhias securitizadoras

dc.contributor.advisorCamilo, Silvio Parodi Oliveira
dc.contributor.authorDelfino, Heloisa Vieira
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-06-03T19:53:19Z
dc.date.available2026-06-03T19:53:19Z
dc.date.created2025-12
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Ciências Contábeis da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractAs operações de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) e de securitização representam alternativas relevantes para o financiamento de atividades produtivas, por meio de antecipação de recebíveis. Este estudo tem como objetivo comparar os custos tributários e operacionais desses modelos de negócios, sob a ótica da empresa cedente e dos investidores. A pesquisa se caracteriza como qualitativa e descritiva, desenvolvida por meio de estudo de caso em um FIDC localizado no Extremo Sul Catarinense. O estudo empregou análise documental baseada em relatórios administrativos e demonstrativos financeiros. Os resultados apontam que os FIDCs apresentam vantagens tributárias, como a isenção de IRPJ, CSLL, PIS e COFINS, sendo tributados apenas pelo IRRF na distribuição de resultados ao cotista. Por outro lado, possuem custos operacionais mais elevados, decorrentes das exigências de administração, custódia e gestão impostas pela CVM. As securitizadoras, embora sujeitas a maior carga tributária, caracterizam-se por possuírem estruturas mais enxutas e custos fixos menores, o que as torna competitivas em operações de menor porte. A simulação realizada com receita de R$ 50 milhões evidenciou carga efetiva de 14% para o FIDC e 36% para a securitizadora, refletindo diferenças significativas de rentabilidade líquida. Diante dos resultados obtidos, recomenda-se que a empresa mantenha a estrutura do FIDC para operações de maior porte e prazo, preservando a vantagem tributária vigente, mas adote gradualmente um modelo híbrido, utilizando a securitizadora para operações pontuais de menor volume e liquidez imediata. Essa combinação permite otimizar custos, diversificar fontes de financiamento e se ajustar estrategicamente à transição tributária.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/12703
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.titleCustos tributários e operacionais: estudo comparativo entre Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) e companhias securitizadoraspt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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