Efeito do sexo biológico na resposta inflamatória ao acidente vascular cerebral isquêmico em ratos Wistar induzidos ao Diabetes Mellitus

dc.contributor.advisorPetrolino, Fabrícia Cardoso
dc.contributor.authorCoral, Cristiane Lopes
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-04-17T22:57:56Z
dc.date.available2026-04-17T22:57:56Z
dc.date.created2025
dc.descriptionDissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: O diabetes mellitus (DM) é um importante fator de risco para o acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi). Entretanto, os mecanismos que interligam essas condições, assim como a influência dos gêneros entre essas interações, permanecem insuficientemente caracterizadas. Objetivo: Este estudo investigou a resposta inflamatória sexo-específica em ratos Wistar submetidos a um modelo experimental de AVCi após indução do DM. Métodos: Ratos Wistar de 60 dias (28 machos e 28 fêmeas) foram submetidos à indução de DM com aloxana (150 mg/kg, via intraperitoneal) e, 72 horas depois, à indução de isquemia por oclusão da artéria cerebral média (MCAO). Os animais foram distribuídos nos seguintes grupos: sham+sham, DM+sham, sham+AVCi e DM+AVCi. Os déficits neurológicos foram avaliados 1 hora e 24 horas após a MCAO. Após 24 horas, estruturas cerebrais - cerebelo, hipocampo, estriado, córtex pré-frontal e córtex total - foram coletadas para quantificação de citocinas inflamatórias e mensuração do volume de infarto. Resultados: O DM exacerbou a resposta inflamatória e agravou os desfechos neurológicos após o AVCi; entretanto, esses efeitos foram dependentes do sexo. Machos apresentaram níveis mais elevados de citocinas inflamatórias, maior comprometimento neurológico e volumes de infarto mais extensos quando comparados às fêmeas. Em contraste, as fêmeas demonstraram uma resposta inflamatória atenuada e menor dano tecidual, sugerindo um efeito relativamente neuroprotetor. Conclusão: O sexo biológico modula de forma significativa a suscetibilidade ao dano isquêmico no contexto do DM. Esses achados reforçam a importância de considerar características sexo-específicas no desenvolvimento de estratégias terapêuticas direcionadas a pacientes diabéticos com risco de AVCi.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/12181
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDiabetes Mellituspt_BR
dc.subjectAVC isquêmicopt_BR
dc.subjectCaracteres sexuaispt_BR
dc.subjectNeuroinflamaçãopt_BR
dc.subjectHiperglicemiapt_BR
dc.titleEfeito do sexo biológico na resposta inflamatória ao acidente vascular cerebral isquêmico em ratos Wistar induzidos ao Diabetes Mellituspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR

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