Avaliação do consumo alimentar de gestantes adolescentes de um serviço de saúde do município de Criciúma, SC

dc.contributor.advisorDaltoé, Luciane
dc.contributor.authorBarchinski, Marina Cechinel
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2012-05-25T23:27:05Z
dc.date.available2012-05-25T23:27:05Z
dc.date.created2010-12
dc.date.issued2012-05-25
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso,apresentado para obtenção do Grau de bacharel, no curso de Nutrição da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractA gravidez na adolescência vem sendo considerada, em alguns países, problema de saúde pública, uma vez que pode acarretar complicações obstétricas, com repercussões para a mãe e o recém-nascido, bem como problemas psico-sociais e econômicos. No Brasil tem sido referido aumento da incidência da gravidez nesta faixa etária, com cifras que vão de 14 a 22%. Considerando que a condição nutricional da gestante pode interferir nos resultados obstétricos, o objetivo deste estudo foi avaliar o consumo alimentar de gestantes adolescentes com até 19 anos de idade. O estudo foi realizado com gestantes de um serviço de referência materno-infantil do município de Criciúma, no período de agosto/2010. Participaram da pesquisa 80 adolescentes. Os dados foram levantados por meio de entrevistas, com a utilização de um instrumento para obtenção de dados socioeconômicos e do inquérito alimentar recordatório de 24 horas e Frequência Alimentar. A média de idade do grupo foi de 15,9 anos. Cinquenta por cento das gestantes adolescentes apresentaram peso adequado para idade gestacional, 28,75% baixo peso, 12,5% sobrepeso e 8,75% obesidade. Os resultados da média de energia e nutrientes mostraram que as dietas estavam desbalanceadas e monótonas: verificou-se aporte energético insuficiente, porém, adequada quanto a proteínas e lipídios, e abaixo da recomendação para carboidratos. Em relação aos micronutrientes, percebe-se que, com exceção das vitaminas do complexo B (B1, B2 e B12), que tiveram a média de consumo acima das recomendações, as demais vitaminas e minerais (Vit A, Vit C, ácido fólico, cálcio, ferro e zinco), pelo valor observado na amostra, obtiveram média de consumo, em média, abaixo do recomendado. O acometimento de risco utricional entre adolescentes gestantes se revelou em situações de sobrepeso,obesidade, baixo peso e dietas pouco diversificadas. Sugere-se, desta forma, a introdução de ações educativas na área de alimentação e nutrição durante o prénatal, no sentido de explorar os conhecimentos e práticas alimentares já existentes, auxiliando na escolha de alimentos saudáveis e compatíveis com a situação econômica das gestantes.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/155
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectGravidez na adolescênciapt_BR
dc.subjectConsumo de alimentospt_BR
dc.subjectEstado nutricionalpt_BR
dc.titleAvaliação do consumo alimentar de gestantes adolescentes de um serviço de saúde do município de Criciúma, SCpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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