Medidas protetivas de urgência deferidas por delegados e policiais decorrentes da alteração da Lei Maria da Penha: análise sob o enfoque da reserva de jurisdição e competência da Polícia Civil
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O presente trabalho tem como objetivo analisar a lei nº 13.827 de 13 de maio de 2019, que alterou a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha). Esta alteração trata da possibilidade, em casos específicos, dos delegados de polícia e policiais decidirem sobre o deferimento da aplicação das Medidas Protetivas de Urgência para afastar o agressor do lar, domicilio ou local de convivência com a mulher vítima de violência doméstica e familiar. Com reflexões voltadas a princípios constitucionais, em especial, o da reserva de jurisdição para análise da in(constitucionalidade) da nova lei, utilizando-se do método da monografia, com a aplicação de metodologia dedutiva em pesquisa do tipo teórica e qualitativa, com emprego de material bibliográfico diversificado em livros, artigos, teses, dissertações, legislação vigente e sites jornalísticos. O presente estudo foi dividido em três capítulos para melhor contextualizar os princípios constitucionais e a organização do Estado Democrático de Direito, discorrendo sobre a efetividade dos mecanismos previstos em lei para proteção e prevenção das mulheres no âmbito da violência doméstica.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Direito, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
