Fatores de risco associados a gênese do espectro autista

dc.contributor.advisorMadeira, Kristian
dc.contributor.authorCasagrande, Ariela Rocha
dc.contributor.authorNascimento, Tamires da Silva
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2021-09-15T23:01:42Z
dc.date.available2021-09-15T23:01:42Z
dc.date.created2020-12
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractO Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma desordem do neurodesenvolvimento caracterizada por déficit de comunicação, interação social e distúrbios motores, evidenciados por movimentos repetitivos e estereotipados. Objetivo: Analisar o perfil de indivíduos com TEA atendidos em uma associação especializada no sul de Santa Catarina. Métodos: O estudo foi realizado através de questionários pela plataforma Google Forms contendo perguntas objetivas e dissertativas. Foram coletadas informações sobre a exposição à fatores de risco em progenitores, características sociodemográficas, ocorrência de comorbidades e tratamentos farmacológicos nos indivíduos com TEA e antecedentes familiares de condições neurológicas e/ou psiquiátricas. Resultados: Ao todo 29 progenitores responderam ao questionário, sendo predominantemente mães. A razão entre gêneros foi de 3,6 homens para cada mulher com TEA, em 62,1% dos casos o indivíduo acometido era o único filho do casal, 89,7% frequentam escola regular, 86,2% não recebem auxílio financeiro do governo e 65% declararam renda de um a dois salários- mínimos. A maioria dos progenitores negaram quaisquer exposições ambientais e intercorrências durante a gravidez. Em 74% dos casos houve prejuízo na aquisição da fala. Houve diferença estatisticamente significativa em relação a idade do aparecimento dos sinais com o diagnóstico por profissional habilitado (p < 0,001). Quanto ao uso de medicação, 81,5% afirmaram o uso, sendo Risperidona em 77,3% dos casos. Em 58,6% dos casos os pais negaram outras comorbidades além de TEA e 65,5% afirmaram doenças psiquiátricas em familiares. Conclusões: O presente estudo ratifica a importância da caracterização do perfil de indivíduos autistas para o entendimento do processo de saúde-doença e para identificação de vulnerabilidades.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/8953
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectTranstorno do espectro autistapt_BR
dc.subjectEpidemiologiapt_BR
dc.subjectFatores de riscopt_BR
dc.titleFatores de risco associados a gênese do espectro autistapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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