Análise da evolução da função renal residual em pacientes com doença renal crônica em hemodiálise após a administração de ferro endovenoso e a correlação com parâmetros de estresse oxidativo e inflamação

dc.contributor.advisorFraga, Cassiana Mazon
dc.contributor.authorReddig, Rafaela Baesso
dc.contributor.authorLopes, Mario Machado
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2018-12-11T13:21:17Z
dc.date.available2018-12-11T13:21:17Z
dc.date.created2016-12
dc.descriptionArtigo apresentado como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Medicina, da Universidade do Extremo Sul Catarinense- UNESCpt_BR
dc.description.abstractIntrodução: A anemia na doença renal crônica configura uma complicação comum e multifatorial. Um dos possíveis tratamentos é o uso de ferro endovenoso para esses pacientes, entretanto, essa decisão é arbitrária e difícil visto os diferentes critérios na literatura. Objetivo: Verificar a associação entre a administração de ferro endovenoso, estresse oxidativo e perda de função renal residual em doentes renais crônicos em hemodiálise; prevalência de anemia ferropriva; dose de ferro endovenoso utilizada nesses pacientes. Método: Estudo de coorte prospectivo, realizado durante o ano de 2016, em um hospital de referência no sul de Santa Catarina. Uma amostra de 12 pacientes com doença renal crônica em hemodiálise, acompanhada por um período de três meses, foi dividida em dois grupos conforme o regime de tratamento com ferro endovenoso ou sem. Resultados: As características gerais da amostra não diferiram significativamente entre os grupos, exceto o índice de massa corporal. Após análise de resíduo, o número de pacientes com índice de massa corporal normal foi significativamente maior no grupo sem ferro (valor-p=0,020). A prevalência de anemia foi de 58,3% na amostra. A média de ferro endovenoso utilizada mensalmente foi 1066,67 miligramas (±744,76). Comparando os parâmetros de estresse oxidativo, inflamação e função renal residual em ambos os grupos, não houve diferença significativa. Conclusões: Não houve diferença nos parâmetros de estresse oxidativo e inflamação entre os grupos com e sem ferro. Não encontramos associação entre o uso de ferro EV e o declínio da função renal residual.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/6448
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDoença renal crônicapt_BR
dc.subjectFunção renal residualpt_BR
dc.subjectEstresse oxidativopt_BR
dc.subjectInflamaçãopt_BR
dc.titleAnálise da evolução da função renal residual em pacientes com doença renal crônica em hemodiálise após a administração de ferro endovenoso e a correlação com parâmetros de estresse oxidativo e inflamaçãopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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