Contraturno escolar em diferentes contextos para as infâncias: experiências educativas no PROJAE - Programa Jornada Ampliada Escolar no município de Criciúma

dc.contributor.advisorSilva, Alex Sander da
dc.contributor.authorSantos, Karoline Cipriano dos
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2022-11-01T00:18:19Z
dc.date.available2022-11-01T00:18:19Z
dc.date.created2022
dc.descriptionDissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Educação.pt_BR
dc.description.abstractApesar de muitos avanços históricos em relação à conquista de direitos para as infâncias, muitas crianças ainda se encontram em situação de vulnerabilidade. A vida indigna é uma experiência corpórea, ficamos pensando então que outras experiências corpóreas podem oportunizar para tentar melhorar a vida desses sujeitos? Além disso, alguns trabalhos apontaram o afeto que as crianças têm com as experiências educativas diferentes às da escola, na maioria das vezes, com atividades de contraturno. Pensando nisso, levantamos, então, o seguinte problema de pesquisa: as potencialidades formativas, relacionadas às experiências para infâncias nas atividades desenvolvidas pelo PROJAE no município de Criciúma? Para isso, o objetivo geral se constituiu como: analisar as potencialidades formativas relacionadas às experiências para infâncias das atividades desenvolvidas pelo PROJAE no município de Criciúma. Os objetivos específicos são: i. refletir sobre as categorias infâncias, experiências educativas e políticas de educação; ii. pensar sobre o planejamento de políticas educativas para infâncias a partir do histórico do PROJAE; iii. discutir o potencial formativo das atividades de contraturno realizadas pelo PROJAE. Pesamos as questões pertinentes à pesquisa com apoio de autores como Agamben (2005), Ariès (1981), Arroyo (2012), Benjamin (1994; 2002), Garcia (2002), Gélis (1997), Gohn (2013; 2017), Kramer (2005), Larrosa (2002), Lockmann (2013), Nóvoa (2009), Rizzini (1997), Sawaia (2003), Silva (2004) e Trilla (2008). São várias questões que se entrelaçam nas políticas públicas de educação para as infâncias. Cada política, cada discurso e posicionamento sobre educação, antes de ser visto como salvador, antes de ser considerado uma ideia genial, precisa ser analisado com cuidado, pensando que ideia de ser humano se busca com tal política ou discurso. Mas a inércia não é bem-vinda na maioria dos casos, precisamos agir, ainda que com cautela, pensar no que é possível fazer nos parâmetros que a realidade social do nosso tempo permite. A educação formal não dá conta de suprir todas as necessidades educativas, a escola não dá - e não deveria mesmo - conta de todos os problemas educativos. Outras modalidades de educação e outras instituições vêm para auxiliar. Essas modalidades, esses espaços e tempos de educação podem não ser oficiais, o mais importante ou os mais investidos, mas também tem sua importância, seus problemas, sua história e contribuição para a formação humana.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/9447
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectPrograma de Jornada Ampliada Escolar – Criciúma (SC)pt_BR
dc.subjectEducação e estado – Criciúma (SC)pt_BR
dc.subjectPolíticas públicas - Educaçãopt_BR
dc.subjectInfânciapt_BR
dc.subjectContraturno escolarpt_BR
dc.titleContraturno escolar em diferentes contextos para as infâncias: experiências educativas no PROJAE - Programa Jornada Ampliada Escolar no município de Criciúmapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR

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