Prevalência das alterações neurocognitivas em pacientes alcoolistas em um centro de atenção psicossocial na região carbonífera

dc.contributor.advisorRecco, Kelen Cancellier Cechinel
dc.contributor.authorBoaroli, João Artur Netto
dc.contributor.authorMarco, Gabriel de
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2024-07-31T21:52:36Z
dc.date.available2024-07-31T21:52:36Z
dc.date.created2024-07
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: O alcoolismo afeta o estado cognitivo dos doentes, gerando um estado de demência precoce através de perturbações da atenção, declínio da memória, linguagem e visão visuo-espacial. Assim, essas alterações e a gravidade do transtorno do uso de álcool foram mensuradas através de questionários para avaliar melhor o quadro desses pacientes. Objetivos: Avaliar a prevalência de alterações neurocognitivas em pacientes alcoolistas no segundo semestre de 2023 no centro de atenção psicossocial de uma cidade do extremo sul de Santa Catarina. Métodos: Vinte e sete pacientes alcoolistas foram avaliados e classificados de acordo com a gravidade leve, moderada ou grave no Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas, localizado em Criciúma, Santa Catarina. Os pacientes foram avaliados por meio de questionários aplicados presencialmente pelos autores. Os questionários utilizados foram: Exame Cognitivo de Addenbrooke em conjunto com aos critérios diagnósticos para transtorno por uso de álcool de acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5ªedição. Resultados: Os pacientes (88,9% masculinos e 11,1% femininos) têm idade média de 49,56 ± 8,68 anos, com consumo de álcool diário em litros de 2,20 ± 1,54. Quanto à escolaridade: pacientes de ensino fundamental incompleto (29,6%), ensino fundamental completo (29,6%), ensino médio incompleto (14,8%), ensino médio completo (25,9%) e ensino superior incompleto (3,7%). A média de pacientes graves do transtorno do uso de álcool foi de 8,93 ± 2,40 pontos. Diante disso, a média obtida pelo exame cognitivo de Addenbrooke nos pacientes alcoolistas para avaliar suas funções cognitivas foi de 58,86 ± 15,23 pontos, ficando abaixo do esperado do limite normal (78 pontos), mostrando alterações na normalidade dos valores de referência. Conclusão: Com base nos dados obtidos, todos os pacientes alcoolistas avaliados apresentaram um défice global das suas funções neurocognitivas. Houve um menor número de pacientes afetados quando em níveis mais altos de escolaridade e com a maioria deles classificados como grave quanto aos critérios do transtorno do uso de álcool, evidenciando um estado demencial precoce através do escore de Exame Cognitivo de Addenbrooke.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/10941
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectAbuso de álcoolpt_BR
dc.subjectIntoxicação alcoólica crônicapt_BR
dc.subjectTestes neurocognitivospt_BR
dc.subjectDemênciapt_BR
dc.titlePrevalência das alterações neurocognitivas em pacientes alcoolistas em um centro de atenção psicossocial na região carboníferapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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