Aplicações e indagações: aprendendo com o celular nas aulas de artes
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Cresci experimentando ferramentas digitais que serviam para criar arte, assim cresce essa geração utilizando celulares sem entender a potencialidade de aprendizagem que está vinculado ao objeto. Os celulares mesmo com leis restringindo, estão em todos os lugares inclusive nas salas de aula, onde são vistos como vilões por alguns professores que quase nunca conseguem relacionar o objeto à aprendizagem. Na medida em que a arte vai se transformando, a maneira que ensinamos arte também deve ser transformada, por isso meu objetivo de pesquisa é mover o olhar de professores de Artes para uma ferramenta já inserida no cotidiano dos alunos que é o telefone celular. Motivar os professores para que pensem meios de inserir essa e outras ferramentas tecnológicas sem medo em seus planejamentos. Para isso desenvolvi uma pesquisa pautada em aplicativos de celulares nos sistemas operacionais Android e IOS e apresentei uma oficina com professores e acadêmicos do curso de Artes Visuais da UNESC para que pudessem experimentar e opinar sobre minhas proposições. Utilizei como principais referências bibliográficas o filosofo Pierre Levy (1993), a autora Lucia Gouvea Pimentel (2006) e o autor Michal Rush (2013). As conclusões da pesquisa foram que, assim como para todas as ferramentas existem prós e contras, por isso a necessidade do uso com cautela. O planejamento para o uso deve ser bem estruturado para evitar erros, mas não podemos descartar toda uma imensidão de possibilidades por causa de algumas coisas que talvez não funcionem perfeitamente.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Licenciatura no curso de Artes Visuais, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
