Doenças hematológicas em idosos atendidos em uma clínica privada de Hematologia da cidade de Criciúma/SC

dc.contributor.advisorHeluany, Claudia Cipriano Vidal
dc.contributor.authorHonorato, Michele Ouriques
dc.contributor.authorJoão, Paula Jacqueline de Mattia
dc.contributor.otherBarbieri, Thiago Lopes
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2019-04-09T14:03:24Z
dc.date.available2019-04-09T14:03:24Z
dc.date.created2018-12
dc.descriptionArtigo apresentado como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Medicina, da Universidade do Extremo Sul Catarinense- UNESC.pt_BR
dc.description.abstractAs doenças hematológicas são frequentes nos idosos devido a presença de alterações que propiciam maiores chances de aparecimento de doenças dessa origem. A identificação precoce dessas entidades permite uma melhora na qualidade de vida destes pacientes. Objetivo: Determinar a prevalência de doenças hematológicas benignas e malignas, correlacionando-as com o gênero e a faixa etária, além da presença de encaminhamentos e exames adequados para estes, em pacientes idosos atendidos em uma clínica particular de hematologia da cidade de Criciúma/SC. Método: Estudo observacional transversal retrospectivo, com revisão de 310 prontuários de idosos com doença hematológica coletados em uma clínica privada de hematologia em Criciúma/SC, no período de janeiro de 2017 a dezembro de 2017. Resultados: Foram encontradas 52 patologias, havendo predomínio de 60,6% de doenças benignas e 53,9% do sexo feminino. As anemias foram as mais encontradas (28,8%) entre as benignas, e linfoma não Hodgkin (6,1%) entre as malignas. A maior parte dos pacientes eram encaminhados (93,2%), e os exames apresentados juntos ao encaminhamento não eram adequados ou suficientes em 75,3% dos casos. Conclusão: As doenças hematológicas são comuns nos idosos, sendo muitas vezes subdiagnosticadas. O atendimento dessas doenças se dá principalmente ao nível secundário de saúde. Porém, num país com carência de especialistas no atendimento à população, o encaminhamento deve ser dirigido a quem necessita. No grupo estudado, a falta de padronização dos exames solicitados ao diagnóstico promoveu encaminhamentos desnecessários ao setor especializado.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/6746
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDoença hematológicapt_BR
dc.subjectIdosopt_BR
dc.subjectGeriatriapt_BR
dc.titleDoenças hematológicas em idosos atendidos em uma clínica privada de Hematologia da cidade de Criciúma/SCpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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