Avaliação da síndrome de Burnout em professores universitários durante a pandemia da COVID-19

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Introdução: A síndrome de Burnout possui como elemento central a exaustão emocional, em decorrência do excesso da carga de trabalho. Nessa perspectiva, durante a pandemia da COVID-19, em que os docentes tiveram pouco tempo para se adaptar ao ensino online, ocorreu impacto no seu bem-estar emocional, o que ocasionou um aumento do estresse. Objetivo: O presente estudo teve como objetivo verificar as características da Síndrome de Burnout em professores de uma Universidade do Extremo Sul Catarinense em tempos de pandemia de COVID-19. Métodos: A pesquisa contou com 138 participantes, no qual se avaliou a prevalência da Síndrome de Burnout em professores. Foram aplicados o questionário Maslach Burnout Inventory - Educators Survey, que é um instrumento validado para detectar tal síndrome em professores, e um questionário sociodemográfico elaborado pelos pesquisadores para identificar possíveis variáveis que podem ajudar no desenvolvimento da Síndrome de Burnout. Resultados: A prevalência da síndrome de Burnout entre os docentes foi de 35,38%. Além disso, percebeu-se que as variáveis sexo feminino e aumento da carga de trabalho durante o período pandêmico estão associadas ao desenvolvimento de exaustão e a presença de Burnout. Conclusão: No presente estudo, percebeu-se que durante a pandemia da COVID-19 as professoras foram mais afetadas pela síndrome. Ademais, na pandemia, ocorreu o aumento da carga de trabalho, em consequência da mudança do ensino presencial para o remoto, ocasionando em exaustão emocional e, por fim, na presença de Burnout.

Descrição

Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.

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