O direito à convivência familiar e comunitária a partir do Sistema Único de Assistência Social: um estudo sobre a atuação do CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) Renascer de Criciúma no ano 2015.
Data
Autores
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
A presente monografia visa verificar se o Município de Criciúma/SC conseguiu oportunizar a efetivação do direito à convivência familiar e comunitária através do serviço de proteção social básica oferecido pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) em consonância com o que estabelece o Sistema Único de Assistência Social (SUAS), no ano de 2015. Para isso, foi feita uma contextualização histórica do direito da criança e do adolescente no Brasil até a consagração da teoria da proteção integral, a fim de facilitar a compreensão do atual cenário no que diz respeito a esses direitos, bem como estudaram-se os princípios norteadores do direito da criança e do adolescente e a construção do direito fundamental à convivência familiar e comunitária. Após, foi realizado um breve levantamento sobre a trajetória da assistência social no Brasil, abordando-se a criação da Lei Orgânica da Assistência Social e do SUAS. Além disso, foi feito um estudo para compreender a importância da proteção social básica e do CRAS na efetivação do direito à convivência familiar e comunitária. Em seguida, foi estudada a política de proteção social básica implementada no município de Criciúma e utilizou-se como amostra para o presente trabalho o CRAS do Bairro Renascer. Por fim, foi analisado o Plano Municipal de Assistência Social de Criciúma, para observar as metas que deveriam ser alcançadas, no ano de 2015, no CRAS Renascer, fazendo-se um comparativo com os dados dos relatórios indicativos do CRAS Renascer também no ano de 2015. Através dessa análise, pode-se observar que grande maioria das metas pretendidas pelo Plano de Assistência Social de Criciúma, que é a instrumento pelo qual se viabiliza a aplicação das normas técnicas do SUAS, não foram atingidas. Portanto, não foi oportunizada a efetivação do direito à convivência familiar e comunitária às crianças e adolescentes através do CRAS Renascer, de acordo com o estabelecido no SUAS, em 2015. O método de pesquisa utilizado foi o dedutivo, em pesquisa teórica e qualitativa com emprego de material bibliográfico e documental legal e, ainda, no terceiro capítulo foi feita análise documental.
Descrição
Trabalho de conclusão de curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no Curso de Direito da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
