Manejo da sepse em pacientes internados em um hospital do sul de Santa Catarina

dc.contributor.advisorTereza, Denise Maccarini
dc.contributor.authorMartins, Giovanna Eufrasio
dc.contributor.authorSilvério, Nicolly Domingos
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2025-01-22T19:32:35Z
dc.date.available2025-01-22T19:32:35Z
dc.date.created2024-12
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: A sepse é uma resposta desregulada do organismo a uma infecção, representando um grande desafio para os profissionais de saúde. O reconhecimento imediato e o tratamento precoce são essenciais para reduzir os desfechos negativos nos pacientes. Objetivo: Este estudo objetivou analisar o perfil e o manejo da sepse em pacientes internados em um hospital privado no sul de Santa Catarina. Método: Foi utilizado uma abordagem descritiva de natureza quantitativa, avaliando 209 protocolos de sepse no período de junho de 2023 a junho de 2024. As análises incluíram dados demográficos dos pacientes, foco infeccioso, resultados de hemoculturas, administração de antibioticoterapia e ressuscitação volêmica. Resultados: A maioria dos pacientes era do sexo feminino (56,0%), com a faixa etária mais frequente entre 59 á 64 anos (36,6%). Observou-se que 63,6% dos casos não tinham registros de informação sobre o foco infeccioso, enquanto 14,4% eram de foco urinário, 9,1% abdominal, 7,7% pulmonar. A realização de hemoculturas foi feita em 93,8% dos pacientes, enquanto 3,8% não realizaram. A administração de antibióticos em menos de 60 minutos após o diagnóstico ocorreu em 91,9% dos casos, 3,8% não receberam, e em 1% houve demora superior a 60 minutos. Conclusão: A análise de dados neste estudo destacou a importância de um protocolo bem estruturado de sepse dentro de uma instituição, essencial para diagnósticos rápidos e precisos, evitando complicações severas. A implementação de tais protocolos pode melhorar significativamente os desfechos clínicos e a qualidade do atendimento aos pacientes.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/11464
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectSepsept_BR
dc.subjectChoque sépticopt_BR
dc.subjectSaúdept_BR
dc.subjectEnfermagempt_BR
dc.titleManejo da sepse em pacientes internados em um hospital do sul de Santa Catarinapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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