Reforço de subleito com geogrelha – estudo de caso

dc.contributor.advisorSantos, Adailton Antônio dos
dc.contributor.authorLemos, Mayckon Sullivan Amaral
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2013-08-20T18:22:30Z
dc.date.available2013-08-20T18:22:30Z
dc.date.created2013-07
dc.date.issued2013-08-20
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Engenharia Civil da UNESC - como requisito parcial para obtenção do Título de Engenheiro Civil.pt_BR
dc.description.abstractObserva-se que, cada vez mais rápido a vida útil da estrutura de um pavimento, não atinge o tempo previsto. Isto decorre de inúmeros fatores, desde a especificação e ou aplicação de materiais inadequados, dados de tráfego imprecisos e estudos de subleitos mal feitos. Portanto, a construção de pavimento sobre solos moles, requer mais do que nunca, soluções econômicas, que garantam à estabilidade quanto à ruptura do subleito, e que as deformações do pavimento geradas pelo tráfego fiquem em níveis aceitáveis. Daí a necessidade, cada vez mais urgente, que se busque na elaboração de novos projetos, alternativas inovadoras, que incorporem novas técnicas e metodologias, que garantam este comportamento. Calcado nesse princípio, apresenta-se, neste trabalho, o dimensionamento da solução adotada no projeto executivo de um pavimento assentado sobre solo mole. Este pavimento será implantado no trecho entre o km 22+200 m e o km 24+400 m, do lote 29, da duplicação da BR 101, trecho Sul, empregando como solução reforço do subleito (solo mole) com geogrelha. Na elaboração desse estudo utilizou-se os parâmetros geotécnicos do solo de fundação, determinados por correlação com os valores de Number Standard Penetration Test (NSPT) e de coesão não drenada (Su), obtidos por Cerutti (2011). O dimensionamento do pavimento foi realizado, com base nos métodos de Giroud e Noiray (1981), Meyer e Elias (1999) e o da teoria de execução de aterros sobre solos moles, DNER-PRO 381/98. De posse dos dados obtidos, pelos métodos supracitados, simulou-se os custos da implantação das soluções propostas para os mesmos. Os estudos apontaram que a solução proposta de Meyer e Elias (1999), não pode ser implantada, porque a altura obtida não atende a altura máxima admissível, determinada pela teoria de execução de aterros sobre solos moles. Com base na teoria de execução de aterros sobre solos moles definiu-se que a solução adotada no presente trabalho, que foi um revestimento em concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ) de 0,08 m e uma camada granular de brita graduada simples (BGS) de 0,99 m, apoiada sobre o subleito reforçado com geogrelha WG 400. Geogrelha esta, que gerou uma economia 109,7%, no custo da camada de base de BGS.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/1727
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectSubleitopt_BR
dc.subjectSolopt_BR
dc.subjectPavimentospt_BR
dc.subjectGeogrelhapt_BR
dc.titleReforço de subleito com geogrelha – estudo de casopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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