Estabilização mecânica de um solo da formação palermo com aditivo RES 298®

dc.contributor.advisorArns, Pedro
dc.contributor.authorGhedin, Sara Cristine Denoni
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2015-07-09T23:05:07Z
dc.date.available2015-07-09T23:05:07Z
dc.date.created2014-07
dc.date.issued2015-07-09
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Engenharia Civil da UNESC - como requisito parcial para obtenção do Título de Engenheiro Civil.pt_BR
dc.description.abstractO presente trabalho tem como objetivo avaliar as características mecânicas de um solo, da Formação Palermo, estabilizado com um aditivo químico. Para isto, foram coletadas amostras na Rodovia Alexandre Belolli, Bairro Primeira Linha, em Criciúma/SC. As mesmas foram submetidas aos ensaios de caracterização química, física (Granulometria por Peneiramento, Limite de Liquidez – LL e Limite de Plasticidade – LP) e mecânica (Índice de Suporte Califórnia – ISC e Expansão), no Laboratório de Mecânica dos Solos (LMS), do Instituto de Engenharia e Tecnologia (IDT), da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) e, no Laboratório de Desenvolvimento e Caracterização de Materiais (LDCM), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). Inicialmente, ensaiou-se o solo em seu estado natural, para caracterizá-lo química, física e mecanicamente. De posse dos dados, ensaiou-se o solo mecanicamente, adicionando-se o aditivo nos teores de 0,004%, 0,006% e 0,008%, na energia de compactação Proctor Normal (PN). Pelos resultados obtidos, foi possível analisar o comportamento do solo em seu estado natural em relação ao aditivado. Percebeu-se que, quando aditivado, no período de 2 (dois) e 7 (sete) dias de cura, respectivamente, o mesmo não apresentou melhoras nas suas propriedades mecânicas. Aos 2 (dois) dias de cura, o resultado negativo não foi significativo, apesar de uma queda tanto no Índice de Suporte Califórnia (ISC), quanto na sua expansão. Já aos 7 (sete) dias, o resultado negativo foi expressivo, pois apresentou redução significativa no valor do ISC e aumento da expansão. Analisou-se que nos dois tempos de cura, a melhor opção de adição química no solo foi de 0,008%, pois foi onde apresentou os melhores resultados.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/2976
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectFormação dos solospt_BR
dc.subjectMecânica dos solospt_BR
dc.subjectEstabilização químicapt_BR
dc.titleEstabilização mecânica de um solo da formação palermo com aditivo RES 298®pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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