Classificação e caracterização em subgrupos sintomáticos e funcionais de portadores de lombalgia crônica inespecífica para clareza diagnóstica e terapêutica

dc.contributor.advisorLongen, Willians Cassiano
dc.contributor.authorElias, Juliana Pereira
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2022-07-20T23:36:00Z
dc.date.available2022-07-20T23:36:00Z
dc.date.created2018-07
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para a obtenção do grau de Bacharel no curso de Fisioterapia da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractObjetivo: Estabelecer uma classificação em subgrupos com sintomatologia e funcionalidade envolvendo voluntários com Lombalgia Crônica Inespecífica para melhor clareza das definições diagnósticas funcionais e terapêuticas. Métodos: Estudo do tipo observatório quantitativa do tipo transversal com população de 62 estudantes universitárias, entre 18 e 30 anos, com média de idade 21,40 (±2,40) anos, que apresentam dor lombar inespecífica por mais de três meses. Empregou-se três questionários: STarT Back Screening, Índice de Incapacidade Oswestry e FABQ- Brasil, avaliação de EVA, testes ortopédicos: de Lasègue, Slump Test, Sinais das Pontas, Manobra de Valsava, avaliação do limiar de dor no músculo íliocostal lombar direito e esquerdo para a divisão dos subgrupos. Resultados: Todas as voluntárias inclusas no estudo apresentam lombalgia crônica. A maioria com 50% de índice de massa corporal normal, sendo que 54,8% são sedentárias e das que praticam atividade física 14,5% faz musculação. O Slump Test 35,5% mostrou-se mais confiante do que o teste de Lasègue 21%. Na avaliação referiram intensidade de dor moderada com 72,6% e com média do limiar da dor á pressão sobre o músculo iliocostal lombar direito 6,37 kgf e esquerdo 6,14 kgf. Nos questionários 85,5% mostrou-se com pontuação de baixo risco, bom prognostico para tratamentos da dor, 91,9% de incapacidade mínima. O maior grupo de hipótese de tratamento é estabilização 29,0%. Conclusão: O método de tratamento de classificação de subgrupos norteia para melhores perspectivas semiológicas e de definição do tratamento fisioterapêutico de predileção clínica para cada caso.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/9278
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDor lombar - Tratamentopt_BR
dc.subjectDor crônica - Tratamentopt_BR
dc.subjectLimiar da dorpt_BR
dc.titleClassificação e caracterização em subgrupos sintomáticos e funcionais de portadores de lombalgia crônica inespecífica para clareza diagnóstica e terapêuticapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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