Câncer infantil: perfil epidemiológico dos pacientes em um serviço de referência da região Sul de Santa Catarina

dc.contributor.advisorZugno, Paula Ioppi
dc.contributor.authorBarreto, Suellen da Silva
dc.contributor.authorPedroso, Thainã
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinense- UNESCpt_BR
dc.date.accessioned2021-05-31T15:53:10Z
dc.date.available2021-05-31T15:53:10Z
dc.date.created2015-07
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Enfermagem, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractEste estudo teve como objetivo de identificar o perfil epidemiológico do câncer infantil. Sendo uma pesquisa de abordagem quantitativa, descritiva, exploratória e documental, desenvolvida em um Serviço de Alta Complexidade da Região Sul de Santa Catarina UNACON (Unidade de Assistência em Alta Complexidade em Oncologia). A população estudada foram prontuários eletrônicos de crianças de zero a dez anos incompletos atendidas no Serviço pesquisado. Para a análise estatística dos dados coletados foi elaborado uma planilha eletrônica, em que foi montado um banco de dados a partir da pesquisa realizada. As variáveis quantitativas foram apresentadas em frequência, média e ± desvio padrão. Dos 52 prontuários iniciais, 33 foram considerados válidos para a pesquisa conforme critérios de inclusão e exclusão, e de acordo com os resultados: vinte indivíduos eram do sexo masculino e treze do sexo feminino, sendo que 60,4% tinham entre 5 e 10 anos incompletos. Referente ao diagnóstico 33% das crianças apresentaram tumores ósseos e de partes moles. Como tratamento a quimioterapia foi utilizada em 45,5% dos casos de forma exclusiva. A febre foi a complicação mais presente nas crianças (24,20%), seguida por cefaleia (15,20%). Em relação ao uso de cateter, 69,7% dos casos utilizavam o dispositivo. Em questão aos registros de enfermagem 100% dos prontuários constavam registro de técnicos de enfermagem e 93,9% registros do enfermeiro. Nos casos observados, 21,2% constavam registro de estadiamento do tumor em prontuário eletrônico. Conclui-se que conhecer o perfil epidemiológico das crianças sob esta realidade é importante para aprimorar o olhar clínico dos profissionais para a suspeita e manejo da doença. À enfermagem julga ser pertinente esta temática no sentido de aprimorar a assistência prestada e fortalecer a atuação da profissão em espaços como os setores oncológicos.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/8517
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectCâncerpt_BR
dc.subjectCâncer infantilpt_BR
dc.subjectPerfil epidemiológicopt_BR
dc.titleCâncer infantil: perfil epidemiológico dos pacientes em um serviço de referência da região Sul de Santa Catarinapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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