Humanização na atenção pré-natal
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A presente pesquisa teve como objetivo geral identificar se a atenção pré-natal oferecida em uma Unidade de Saúde no município de Criciúma é realizada com humanização, conforme preconiza o Ministério da Saúde. Foram aplicadas entrevistas com quinze gestantes que fazem o acompanhamento pré-natal na unidade. Depois de realizadas as entrevistas, as respostas das mesmas foram categorizados e analisadas qualitativamente e, após, as principais reflexões foram apresentados. Pode-se observar que a gestante não tem conhecimentos sobre a humanização, não sabe quais são os seus direitos como cidadã e se contenta com um atendimento centrado na consulta médica, realizado de forma desacolhedora e desumanizada. Para as mesmas os únicos funcionários da unidade são o enfermeiro e o médico. A enfermagem em si não tem uma ocupação clara dentro do serviço, deixando de ocupar espaços importantes de orientação e atendimento à gestante. Há também o medicocentrismo aceito por todos envolvidos no atendimento, pois a gestantes vão a busca apenas de consulta médica, orientação médica, o médico atende sem respeitar o preconizado pelo Ministério e a enfermagem, têm suas ações em volta do médico.
