Ortodontia preventiva e interceptativa no SUS - um estudo no Centro de Especialidades Odontológicas de um município da região sul de Santa Catarina

dc.contributor.advisorPias, Ana Cristina
dc.contributor.authorOliveira, Ana Carolina Pereira de
dc.contributor.authorMondardo, Elisa Tassi
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2022-12-06T22:38:19Z
dc.date.available2022-12-06T22:38:19Z
dc.date.created2022-07
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do grau de Bacharel no Curso de Odontologia da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC.pt_BR
dc.description.abstractDevido à grande transformação epidemiológica que passa a saúde bucal, com forte declínio da doença cárie e a prevalência das maloclusões, tornou-se necessário viabilizar a incorporação de procedimentos ortodônticos pelo setor público de saúde. O acesso aos serviços especializados odontológicos disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde, vem sendo uma realidade nas diversas esferas do cuidado na atenção da saúde em todos os níveis de complexidade. O objetivo deste trabalho é caracterizar o perfil epidemiológico, as maloclusões mais prevalentes, os tratamentos realizados e o fluxo de atendimento no Centro de Especialidades Odontológicas pelo serviço de Ortodontia preventiva e interceptativa, no município de Criciúma no período de 2019 a março 2022. Foi realizado um levantamento na base de dados do município através da análise dos prontuários físicos e digitais da especialidade de ortodontia preventiva e interceptativa. A pesquisa foi composta pela análise de 180 prontuários de crianças com 6 a 12 anos. Quanto aos resultados, a idade média foi de 9,1 anos, predomínio do sexo feminino 57,2 %, prevalência da maloclusão de atresia palatina 33,3 %, seguido de mordida cruzada posterior 22,2 %, mordida aberta anterior 12,8 %, perda precoce 11,1 %, mordida cruzada anterior 7,8 % e apinhamento 5 %. O tempo de espera para o atendimento foi de 30 dias em 63,3 % dos casos. Quanto à situação do tratamento: 41,1 % em tratamento, 35 % concluídos e 13,3 % abandonaram o tratamento. O estudo evidencia que o Centro de Especialidades Odontológicas de Ortodontia, em Criciúma (SC), possui um fluxo estruturado de assistência às crianças com maloclusões, através da rede de atenção básica, regulação e Centro de especialidades odontológicas. No entanto, constata-se a necessidade de melhorias.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/9581
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectSaúde públicapt_BR
dc.subjectSistema Único de Saúde (Brasil)pt_BR
dc.subjectMá oclusãopt_BR
dc.subjectOrtodontia preventivapt_BR
dc.titleOrtodontia preventiva e interceptativa no SUS - um estudo no Centro de Especialidades Odontológicas de um município da região sul de Santa Catarinapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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