Ansiedade no tratamento odontológico: um estudo comparativo entre a ansiedade dos pais e dos filhos
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Introdução: A ansiedade precisa ser muito estudada, afim de dirimir esse problema, que é um grande desafio para os cirurgiões-dentistas, pois afeta diretamente a conduta clínica, o manejo e principalmente a saúde bucal de crianças a adultos. Objetivo: Analisar comparativamente a ansiedade de pais e filhos atendidos na clínica de uma Universidade do Extremo Sul Catarinense. Método: Trata-se de uma pesquisa quantitativa, exploratória, e de campo, desenvolvida com 50 crianças e 50 pais de crianças atendidas em uma clínica de odontologia. Foram critérios de inclusão ser criança de 4 a 12 anos de idade, independentemente do sexo, acompanhadas pelos pais para atendimento odontológico, ser pai ou mãe das crianças do estudo; aceitar participar da pesquisa e assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). A coleta de dados aconteceu por meio de entrevistas realizadas com todas as crianças e com seus pais, utilizando-se a Escala de Beck durante o momento de espera na recepção da Clínica, durante os meses de março e abril de 2018. Resultados: Do total de crianças estudadas pouco mais da metade (52%; n=26) era do gênero masculino e 48% do gênero feminino. Quando analisado o nível de ansiedade das crianças, 88% deles foi descrito mínimo, assim como 90% dos pais. Não houve significância na associação da ansiedade dos pais e dos filhos em relação ao atendimento odontológico (p-valor = 0,058). Conclusão: Pais e filhos, em sua maioria, não apresentaram ansiedade em relação ao atendimento odontológico. Porém mais estudos precisam ser realizados.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do grau de Bacharel no Curso de Odontologia da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC.
