Partos naturais e cesarianos em um hospital do Sul Catarinense

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O presente estudo teve como objetivo identificar as taxas de parto natural e cesáreo, incluindo também o perfil das parturientes estudadas, nos meses de janeiro a dezembro de 2015. Em estudos realizados em outras regiões do Brasil e no mundo, observam-se que as taxas de cesarianas são maiores que as recomendadas pela OMS. A partir destes dados levantou-se o interesse em saber como estão as taxas na região sul do Brasil. Esta pesquisa foi do tipo coorte retrospectiva, exploratória documental. O estudo foi desenvolvido em um município do Sul de Santa Catarina. A maioria das gestantes eram solteiras, com idade entre 20 e 30 anos, sem vínculo empregatício, e o grau de escolaridade foi ensino médio completo. Estas gestantes não apresentavam histórico de aborto anterior, e a maioria possuía histórico de 4 a 7 consultas durante a gestação. Os partos foram a termo e do tipo cesáreo, a maioria dessas mulheres tiveram alta até 48 horas após o parto, observou se ainda, a ocorrência de poucas complicações relacionadas ao parto, o uso de drogas lícitas, ilícitas e medicações é baixo entre elas. O parto cesáreo não foi exclusivo de portadoras de DSTs. A maioria dos RNs nasceram AIG, APGAR entre 8 e 10 e a utilização de UTI neonatal também foi baixa. Conclui-se que os índices de partos cesáreos apesar de ainda estarem acima do recomendado já estão diminuindo, quando comparados a outras pesquisas. Estudos sobre os índices de parto vaginal e cesáreo devem ser cada vez mais explorados para que assim, conscientize cada vez mais a população sobre a importância do parto vaginal.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Enfermagem, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.

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