Incidência de freio lingual hipertrófico em recém-nascidos em um hospital no sul de Santa Catarina/Brasil
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O presente estudo objetivou avaliar a incidência de freio hipertrófico em recém-nascidos em um hospital no sul de Santa Catarina/Brasil. Participaram da pesquisa um total de 829 recém-nascidos avaliados no ambulatório do referido hospital, que foram agendados para a realização do teste da linguinha durante os meses de novembro 2017 a abril de 2018 e que aceitaram participar da pesquisa e assinar o TCLE. Inicialmente foi analisada a presença de freio lingual hipertrófico de 100% dos RN que comparecerem ao teste da linguinha. No segundo momento, participaram 100% das puérperas que comparecerem com os RN ao teste, que responderam a um questionário previamente elaborado. Finalizou-se com a entrega da cartilha explicativa a respeito da importância da amamentação e higiene bucal dos bebês. Os resultados revelaram que incidência de freio lingual hipertrófico em recém-nascidos em um hospital no sul de Santa Catarina é de 14,1% de um total de 100% de RNs avaliados num período de 6 (seis) meses. A maior incidência da anomalia oral ocorre no sexo masculino. Assim, conclui-se que o diagnóstico precoce da anomalia influência de forma positiva no desenvolvimento completo da criança na medida em que auxilia uma pega correta, estimulando a amamentação e o desenvolvimento craniofacial adequado.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do grau de Bacharel no Curso de Odontologia da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC.
