Análise microbiológica de cateteres venosos periféricos do tipo ABOCATH em pacientes hospitalizados

dc.contributor.advisorThomé, Ivanir Prá da Silva
dc.contributor.authorPicoral, Ivo Cirne
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinense- UNESCpt_BR
dc.date.accessioned2021-05-27T14:24:17Z
dc.date.available2021-05-27T14:24:17Z
dc.date.created2008-07
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Enfermagem, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractA infecção hospitalar é um agravante para pacientes hospitalizados e para aqueles que necessitam de procedimentos invasivos. Este trabalho teve a intenção de despertar à equipe de enfermagem sobre a importância de estar atento às complicações nos cateteres venosos periférico (CVP) do tipo abocath e por em prática, o que preconiza normas e rotinas do controle de infecção hospitalar a fim de diminuir complicações por meio dos acessos venosos periféricos. Neste sentido o estudo teve por objetivo identificar a ocorrência de microrganismos (MO) em CVP, em um grupo de pacientes hospitalizados de um hospital do sul do Estado de Santa Catarina. A hipótese é que os CVP apresentam MO em pacientes submetidos ao procedimento, no intervalo de 72 á 96 horas de permanência do cateter no paciente e que ocorre o surgimento de MO em CVP quando se utiliza técnica de punção venosa não asséptica. Apresentará uma revisão bibliográfica sobre a história das infecções hospitalares no mundo e no Brasil, os tipos de cateter, os modos de transmissão e controle da infecção, crescimento de MO. A metodologia utilizada teve como base abordagem quali-quantitativa. A coleta de dados deu-se por meio da observação e questionamento quanto ao processo de trabalho dos profissionais de enfermagem e dos locais de inserção dos CVP nos pacientes; procedimento experimental. Coletou-se catorze (14) pontas de CVP, de pacientes adultos e idosos. Quanto aos resultados, observou-se que os enfermeiros utilizam a técnica para punção de CVP preconizadas por Prado (2002) parcialmente. Foi usado luva de procedimento, assepsia no local com álcool 70% e não uso de gaze estéril, fixado o CVP diretamente a pele com esparadrapo e/ou micropore. Observou-se nos pacientes que 50% dos pacientes apresentaram problemas no local de inserção 72 horas após e 50% 96 horas após. Os resultados das análises de pontas de CVP indicaram presença de MO, havendo um maior número de Unidades Formadoras de Colônias (UFC) nas placas de Petri contendo meio Sabouraund 2% provenientes dos tubos de BHI, indicando presença de fungo patogênico. Recomenda-se o uso da técnica citada por Prado (2003), para as punções com CVP, para tentar diminuir o risco de algum tipo de contaminação.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/8358
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectCateter Venoso Periféricopt_BR
dc.subjectMicrorganismospt_BR
dc.subjectInfecçãopt_BR
dc.titleAnálise microbiológica de cateteres venosos periféricos do tipo ABOCATH em pacientes hospitalizadospt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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