Violência contra criança e o adolescente: panorama dos registros no estado de Santa Catarina

dc.contributor.advisorTomasi, Cristiane Damiani
dc.contributor.authorSilva, Brenda Bittencourt
dc.contributor.authorSantos, Mariane Rosso dos
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2021-04-09T19:35:33Z
dc.date.available2021-04-09T19:35:33Z
dc.date.created2020-07
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Enfermagem, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractA violência contra crianças e adolescentes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é definida como maus-tratos físicos e/ou emocionais, abuso sexual e negligência e um grande problema de saúde pública no Brasil. Dessa forma, se faz necessário conhecer os dados de ocorrências dessas violências para a realização de diagnósticos e futuras intervenções. O presente trabalho tem como objetivo caracterizar a violência infantil no estado de Santa Catarina, a partir das notificações nos anos de 2017 e 2018. Trata-se de um estudo quantitativo com dados secundários, provenientes das Notificações Compulsórias de Violência no Estado de SC, compilados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE). A análise foi realizada através do Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) e foram analisados considerando as frequências absolutas e relativas, os testes Qui- quadrado, considerando valor de p<0,05. O estudo incluiu 6.838 casos de violência infantil no estado de Santa Catarina. Entre esses, a negligência foi a maior causa de violência contra crianças e adolescentes, em predominância no sexo masculino. Dentre a faixa etária, o maior número de registros de violência foi entre 01 a 04 anos de idade, em ambos os sexos. Em questão de escolaridade, os maiores percentuais de casos foram entre 05 a 08 anos de estudo, em evidência o sexo feminino. Observou-se também a cor da pele, sendo a branca em maior prevalência. A caracterização por deficiência registrou percentuais próximos tanto para o sexo feminino quanto para o masculino. Em relação ao grau de parentesco, o maior número de registros de violência, foram praticados pelos pais, sendo ambos os maiores agressores em relação ao sexo masculino quanto aos percentuais registrados. Por fim, a principal zona de ocorrência obteve prevalência na região urbana, tendo percentual relevante em relação as outras zonas. Dessa forma, é necessário compreender a importância de discutir um assunto que é problema de saúde pública, bem como desenvolver estratégias de identificação precoce nos casos de violência.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/8092
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectViolência infantilpt_BR
dc.subjectViolência contra a criançapt_BR
dc.subjectViolência contra os adolescentespt_BR
dc.subjectNotificação compulsóriapt_BR
dc.subjectNotificação de abusopt_BR
dc.subjectSaúde coletivapt_BR
dc.titleViolência contra criança e o adolescente: panorama dos registros no estado de Santa Catarinapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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