Modos de enfrentamento a morte violenta: a atuação dos servidores do Instituto Geral de Perícias no litoral norte do Tio Grande do Sul

dc.contributor.advisorDominguini, Diogo
dc.contributor.authorJusto, Maria Denize Andrade Quadros
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2024-11-22T18:24:21Z
dc.date.available2024-11-22T18:24:21Z
dc.date.created2024-07
dc.descriptionTrabalho de Conclusão do Curso apresentado ao Curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense- UNESC, para a obtenção do título de bacharel em Enfermagem.pt_BR
dc.description.abstractSabe-se que lidar com a morte, mais especificamente, com a morte violenta, pode desencadear, a curto ou longo prazo, problemas na saúde mental dos profissionais forenses, principalmente nos enfermeiros forenses que lidam com casos de óbitos violentos frequentemente. A sustentação teórica sobre a morte encontra respaldo nos estudos de Pazin-filho (2005), que afirma de que a morte é um estado de diminuição das funções psíquicas e mentais com a parada da fisiologia dos múltiplos órgãos, ocasionando a alterações metabólicas e bioquímicas levando ao comprometimento da vida celular. O estudo teve como objetivo reconhecer a atuação e os modos de enfrentamento à morte violenta por parte dos servidores do Instituto Geral de Perícias no litoral norte do Rio Grande do Sul, avaliou-se sua saúde mental perante a esses casos e os sinais de identificação da causalidade da morte. Foi aplicado um questionário quali-quantitativo com perguntas relacionadas a atuação dos profissionais do Instituto Geral de Perícias no litoral norte do Rio Grande do Sul e o seu modo de enfrentamento em relação a morte violenta. Como resultados, observou-se o aumento das taxas de lesão autoprovocada, assim como o aumento de óbitos relacionados à arma de fogo. Ao mesmo tempo que se observou diminuição nas taxas de agressão por meio de força física e outros agentes lesivos como: chamas, vapores, etc… Percebeu-se que o atendimento pelo IGP aumentou, principalmente em casos de homicídio e suicídio, identificou-se uma carência de enfermeiros e psicólogos que poderiam contribuir para um melhor atendimento e apoio aos profissionais. Dentre os participantes da pesquisa, ficou evidente que esse tipo de trabalho pode afetar a saúde mental dos trabalhadores do IGP, estes mencionaram que usam de diferentes estratégias para lidar com o impacto emocional e psicológico, estas medidas são essenciais para preservar a saúde mental dos profissionais que atuam frente às situações traumáticas.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/11357
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectMorte violentapt_BR
dc.subjectPeríciapt_BR
dc.subjectIdentificação de sinaispt_BR
dc.subjectEnfrentamento da mortept_BR
dc.subjectEnfermagem forensept_BR
dc.titleModos de enfrentamento a morte violenta: a atuação dos servidores do Instituto Geral de Perícias no litoral norte do Tio Grande do Sulpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

Arquivos

Pacote Original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Restrição de acesso.pdf
Tamanho:
3.29 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format
Descrição:
TCC

Licença do Pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
1.71 KB
Formato:
Item-specific license agreed upon to submission
Descrição: