Doação de órgãos: um gesto humanizador que salva vidas

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Este trabalho de conclusão de curso teve por objetivo identificar se os acadêmicos de enfermagem consideram a viabilidade de ser um possível doador de órgãos. A abordagem metodológica foi realizada com pesquisa quantitativa. O local do estudo ocorreu em uma instituição de ensino superior, com acadêmicos de enfermagem da 1º e 8º fase. Foi uma pesquisa do transversal analítica e de campo. A coleta de dados foi através de um questionário individual, com questões abertas e fechadas. Analisar que os fatores mais relevantes para justificar a doação de órgãos estiveram ligados a necessidade de ajudar o outro, proporcionando a vida e, desta forma, devolvendo a saúde ao receptor. E de uma população de 55 acadêmicos de ambas as fases, 76,5% (n=42) são doadores de órgãos. Refletir sobre a doação de órgãos no cotidiano permite que o tema saia do anonimato e adentre tanto nas redes de apoio social quando em instituições hospitalares e de saúde, a ponto de facilitar a decisão de se tornar um possível doador de órgãos.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Enfermagem, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.

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