Desenvolvimento de tinta acrílica imobiliária com maior resistência a manchas por eflorescência

dc.contributor.advisorBernadin, Adriano Michael
dc.contributor.authorPeruchi, Aline Bartosiak Rodrigues
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2023-10-19T22:35:30Z
dc.date.available2023-10-19T22:35:30Z
dc.date.created2019-07
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Engenheiro de Materiais, no Curso de Engenharia de Materiais da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractDentre diversas patologias encontradas nos substratos onde a tinta é aplicada, há a eflorescência, a qual surge em forma de manchas esbranquiçadas sobre a tinta aplicada em alvenaria. Essas manchas são ocasionadas quando a água dissolve os sais solúveis presentes na composição do revestimento e se depositam sobre a superfície através da migração por capilaridade. Quando a água evapora, os sais cristalizam ocasionando assim a eflorescência. Esse é um problema que não está relacionado com a qualidade da tinta, mas sim com a qualidade dos produtos utilizados durante a construção. O objetivo deste trabalho é desenvolver uma tinta acrílica base água que apresente maior resistência a manchas por eflorescência. Inicialmente foi necessário desenvolver um método para detectar o aparecimento das manchas em um curto espaço de tempo. Dentre os cinco métodos avaliados, o que apresentou melhores resultados foi submeter o corpo de prova de revestimento cerâmico em solução aquosa de NaCl a 5 %. Através da formulação da tinta funghi fosca alta diluição (formulação referência) que apresentou mais manchas por eflorescência que as outras, fez-se o desenvolvimento da tinta com maior resistência à eflorescência, onde foram testados dois umectantes de diferentes composições químicas nas concentrações de 0,1 e 0,6% e uma resina elastomérica e uma resina estireno acrílica. O uso dos umectantes, em teoria, reduz a tensão superficial da tinta diminuindo o ângulo de contato que a gota de tinta faz com a superfície e isso faz a tinta fluir melhor para os poros e, consequentemente, bloquear a migração de sais para a superfície. Porém os resultados do ângulo de contato encontrados para as tintas desenvolvidas, na superfície sólida impermeável, tiveram valores maiores que a tinta de referência. Se essa superfície fosse porosa, talvez os resultados seriam diferentes. Por fim foi possível desenvolver uma tinta com maior resistência a manchas por eflorescência através do uso da resina elastomérica.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/10505
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectManchas por eflorescênciapt_BR
dc.subjectTinta acrílicapt_BR
dc.subjectPatologiapt_BR
dc.titleDesenvolvimento de tinta acrílica imobiliária com maior resistência a manchas por eflorescênciapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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