Luteranismo e o processo de nacionalização no extremo sul catarinense: uma análise da comunidade evangélica de Araranguá (1930-1940)
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Este artigo analisa vestígios da política de nacionalização do governo Vargas na comunidade evangélica luterana de Araranguá, no sul de Santa Catarina, durante a década de 1930. Para entender sobre as lutas de representações estabelecidas no tempo e espaço mencionado se pensará por meio do conceito de representação de Roger Chartier (1991) e por meio do conceito de identidades culturais de Stuart Hall (1992). Buscar-se-á entender como as políticas de nacionalização perpassaram o cotidiano dessa comunidade étnica
e questões relacionadas à construção da identidade nacional, por meio das reflexões e historiografia do nacionalismo oriundos de Hobsbawm (1991), buscando compreender como a nacionalização influenciou essa comunidade e afetou sua estrutura social e simbólica, bem como as representações que permearam esse processo. A metodologia utilizada está articulada a análise de fontes como documentos históricos locais, dos quais possuem entrevistas com membros da comunidade e seus descendentes e a revisão bibliográfica, que demonstram singularidades da nacionalização sobre a comunidade luterana de Araranguá.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Licenciatura no curso de História da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
