Avaliação da função cognitiva e ressocialização de pacientes esquizofrênicos usuários do CAPS II de um município do Sul de Santa Catarina
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Este estudo teve o objetivo de verificar a correlação entre função cognitiva e ressocialização de pacientes esquizofrênicos usuários do CAPS II de um município do sul de Santa Catarina. Trata-se de um estudo descritivo-exploratório, observacional, transversal, de abordagem quantitativa, que foi desenvolvido com pessoas com diagnóstico de esquizofrenia que frequentam o CAPS II de um município do sul de Santa Catarina. Aplicou-se a coleta de dados com 11 pessoas com diagnóstico de esquizofrenia e a análise dos dados foi realizada a partir da quantificação dos dados coletados, por meio das ferramentas Excel e SPSS. Das amostras coletadas, os pacientes esquizofrênicos apresentaram uma média de pontuação na escala de avaliação cognitiva (SCoRS-BR) de 57 em relação a avaliação do paciente e 58 nas avaliações do informante e entrevistador, em que quanto maior a pontuação na escala maior é o prejuízo cognitivo. Quanto ao resultado da aplicação do inventário de habilidades de vida independentes (ILSS-BR) apresentaram uma média de 1,22 na avaliação global, onde numa pontuação de 0 a 4, quanto mais longe de 4 menor é a ressocialização do indivíduo. É possível concluir que houve correlação negativa entre função cognitiva e ressocialização de pacientes esquizofrênicos. Ou seja, quanto maiores as pontuações na escala de avaliação da função cognitiva, menores as avaliações globais no inventário de habilidade de vida independentes (ILSS-BR). Sendo assim, é possível sugerir novos estudos em relação as duas escalas com pacientes esquizofrênicos, como também um atendimento nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) que promovam a ressocialização desses usuários.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Enfermagem, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
