Linfoma não-Hodgkin mimetizando lesões endodônticas: revisão integrativa

dc.contributor.advisorVassen, Anarela Bernardi
dc.contributor.authorSelau Junior, Adair Cardoso
dc.contributor.authorFernandes, Fernanda Zuchinalli
dc.contributor.authorMaragno, Ângela Catarina
dc.contributor.authorMezzari, Karina Marcon
dc.contributor.authorGava, Maria Cecilia Nuernberg
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2024-07-11T23:54:58Z
dc.date.available2024-07-11T23:54:58Z
dc.date.created2024-07
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do Grau de Bacharel no Curso de Odontologia da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: Os linfomas não-Hodgkin têm origem em células linfáticas e, quando afetam a cavidade oral, podem apresentar características semelhantes as lesões endodônticas. Objetivo: Este estudo visa revisar relatos de casos de linfoma não-Hodgkin que mimetizaram lesões endodônticas, analisando as características demográficas dos pacientes, áreas afetadas, manifestações clínicas e radiográficas e diagnóstico inicial. Métodos: Realizou-se uma revisão integrativa qualitativa, retrospectiva, documental e descritiva, incluindo relatos de casos de linfoma não-Hodgkin mimetizando lesões endodônticas publicados entre 2004 a 2024 na base de dados Pubmed, foram incluídos estudos de casos clínicos sem restrição da quantidade de casos, presença das palavras-chave, artigos publicados na língua inglesa. Foram excluídos artigos de revisão de literatura, artigos não pertinentes ao tema, artigos com dados incompletos, apenas resumos disponíveis, cartas, livros e artigos duplicados. A combinação das seguintes palavras-chave foram empregadas na busca: endodontic AND endodontics AND non-Hodgkin lymphoma. Resultados: Dos 13 estudos selecionados foram analisados 14 relatos de caso clínico que atenderam aos critérios de elegibilidade, (incluindo um estudo com dois casos clínicos distintos). A maioria dos pacientes foi do gênero feminino (57,14%), com predomínio na faixa etária de 70 a 79 anos (28,57%). A maxila hemi-arco esquerdo foi a área mais acometida. As manifestações clínicas mais comuns foram edema em fundo de sulco assintomático, dormência do lábio e queixo, dor aguda e mobilidade dentária. Radiograficamente e tomograficamente, observou-se imagem radiolúcida/hipodensa e destruição do osso cortical. A maioria dos casos relatados foi inicialmente diagnosticada como de origem endodôntica. Conclusão: O linfoma não-Hodgkin deve ser considerado no diagnóstico diferencial de lesões orais e maxilofaciais, especialmente quando há manifestações clínicas e radiográficas que mimetizam patologias endodônticas.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/10873
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectLinfoma não-Hodgkinpt_BR
dc.subjectEndodontiapt_BR
dc.subjectLesões endodônticapt_BR
dc.titleLinfoma não-Hodgkin mimetizando lesões endodônticas: revisão integrativapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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