Prevalência e fatores associados à incontinência urinária em mulheres diabéticas insulinodependentes do município de Criciúma

dc.contributor.advisorRosa, Maria Inês da
dc.contributor.authorAraújo, Larissa Flôr
dc.contributor.authorSusin, Michelle Magnus
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinense- UNESCpt_BR
dc.date.accessioned2021-06-01T12:50:15Z
dc.date.available2021-06-01T12:50:15Z
dc.date.created2015-07
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Enfermagem, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractEste estudo teve como objetivo identificar a prevalência e fatores associados à IU em mulheres diabéticas insulinodependentes do município de Criciúma. Esta pesquisa caracterizou-se como quantitativa, descritivo-exploratória e de campo, prospectiva. O estudo foi realizado com 135 mulheres insulinodependentes, que participam do Programa de Automonitoramento Glicêmico Capilar (PAMGC), do serviço de enfermagem nas Clínicas Integradas da UNESC. Durante a pesquisa aplicou-se com as pacientes um questionário referente aos dados sociodemográficos e clínicos, e posteriormente, o International Consultation on Incontinence Questionnaire – Short Form (ICIQ-SF) traduzido para a língua portuguesa. Observou-se que a paridade foi fator de risco significativo para a incontinência urinária enquanto que o uso prévio de anticoncepcional oral foi fator de proteção. A prevalência de incontinência urinária foi alta nessa amostra (65,93%), podendo ser relacionada ao diabetes. A interferência da incontinência urinária na vida diária das mulheres incontinentes estudadas foi considerada elevada e o impacto sobre a qualidade de vida considerado muito grave. Embora o enfermeiro estomaterapeuta seja o profissional habilitado para o tratamento comportamental da incontinência urinária, todo enfermeiro pode durante a sua assistência e consulta de enfermagem detectar este agravo. Para isso é necessário que o profissional adicione à sua anamnese habitual o questionamento, pois devido ao estigma e à associação que as mulheres fazem de que a incontinência urinária é uma consequência fisiológica do envelhecimento, essa queixa acaba não chegando até o profissional de saúde. Estudos futuros devem ser realizados em mulheres diabéticas com inquéritos domiciliares, pois incluiria também as pacientes com dificuldades de mobilidade assim como as com maior grau de IU.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/8546
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectIncontinência urináriapt_BR
dc.subjectDiabetes Mellituspt_BR
dc.subjectSaúde da mulherpt_BR
dc.titlePrevalência e fatores associados à incontinência urinária em mulheres diabéticas insulinodependentes do município de Criciúmapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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