Estudo da prevalência de alterações ósseas radiopacas em radiografias panorâmicas realizadas em uma clínica escola do extremo sul catarinense

dc.contributor.advisorMaragno, Ângela Catarina
dc.contributor.authorLeandro, Jéssica Borges
dc.contributor.authorSantos, Jheniffer Gabriel dos
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2025-01-30T18:40:14Z
dc.date.available2025-01-30T18:40:14Z
dc.date.created2024-12
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do grau de Bacharel no Curso de Odontologia da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC.pt_BR
dc.description.abstractObjetivo: Avaliar a prevalência de alterações ósseas radiopacas em radiografias panorâmicas de pacientes acima de 11 anos e 12 meses, realizadas em uma clínica escola do extremo sul catarinense no período de 2023 a 2024. Método: Este trabalho refere-se a uma pesquisa quantitativa, retrospectiva, descritiva, observacional e documental. Foram incluídos 321 prontuários com radiografias panorâmicas anexadas. As imagens foram avaliadas por um cirurgião-dentista especialista em radiologia odontológica. Dos prontuários físicos e digitais dos pacientes, foram coletados os dados referentes ao sexo, à idade e às comorbidades. As radiografias foram avaliadas quanto à presença de alterações ósseas radiopacas, identificando os fatores: provável diagnóstico, tamanho, formato, limite, presença ou ausência de dentes, localização, presença ou ausência de halo radiolúcido, e se as imagens eram predominantemente heterogêneas ou homogêneas. Os diagnósticos possíveis incluíram osteosclerose idiopática, osteíte condensante, displasia cemento óssea florida, osteoma e raiz anquilosada. Resultados: Ao se observar os critérios de inclusão e exclusão, elencou-se 314 prontuários. A pesquisa foi constituída majoritariamente por pacientes adultos do sexo feminino. Observou-se que 14% dos pacientes possuíam comorbidades e 37 participantes do estudo exibiram alguma alteração óssea, foram registradas 45 lesões ósseas. A mandíbula foi a região mais afetada. Conclusão: Mulheres adultas foram mais acometidas e a alteração óssea radiopaca com maior prevalência foi a osteosclerose idiopática. Houve relevância estatística apenas entre a presença de alterações ósseas e cardiopatia. É fundamental que o cirurgião-dentista saiba reconhecer lesões, entender suas características clínicas e interpretar exames radiográficos para diagnosticar alterações radiopacas nos maxilares.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/11499
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectRadiografia panorâmicapt_BR
dc.subjectOsteítept_BR
dc.subjectOsteosclerosept_BR
dc.subjectAnquilose dentalpt_BR
dc.titleEstudo da prevalência de alterações ósseas radiopacas em radiografias panorâmicas realizadas em uma clínica escola do extremo sul catarinensept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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