Abordagens sobre religiosidade na guerra do contestado

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Esse trabalho tem como finalidade fazer uma análise historiográfica das obras de Marli Auras, “Guerra do Contestado: A Organização da Irmandade Cabocla”; Oswaldo Rodrigues Cabral “A Campanha do Contestado” e Mauricio Vinhas de Queiroz “Messianismo e conflito social (A Guerra sertaneja do Contestado: 1912 – 1916)”, retratando a religiosidade como ponto central, que acabou em uma impensável guerra nos sertões catarinense, veio a tona o surto de fanatismo religioso, adeptos ao monge José Maria. Os caboclos consideravam a república usurpadora e adotavam o ideal comunitário de vida, defendendo um mundo fraterno. O domínio dos grandes coronéis, a expulsão de posseiros que lutavam pelo direito da terra, deflagrando no conflito.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Licenciado e Bacharel no curso de História da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.

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