Correlação entre perfil dos pacientes atendidos no ambulatório de feridas da UNESC e o risco de amputação de membros inferiores
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A doença arterial obstrutiva periférica tem como principal etiologia a doença aterosclerótica, que leva à obstrução da artéria periférica e pode se apresentar de forma assintomática ou manifestar uma variedade de sintomas e sinais indicativos de isquemia das extremidades, sendo a principal causa de morte no mundo ocidental, devido ao alto risco de morbimortalidade cardiovascular associado. É caracterizada por depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias, reduzindo seu calibre e trazendo um déficit sanguíneo aos tecidos irrigados por elas. Um dos sinais da doença arterial obstrutiva periférica é a presença de feridas. É considerada a ferida como a interrupção na continuidade de um tecido corpóreo, que pode ser provocado por trauma, ou desencadeada por uma afecção que acione o sistema imunológico do organismo da pessoa. O presente estudo foi quantitativo, transversal, descritivo e de campo, desenvolvido nos ambulatórios de feridas de uma Universidade no Extremo Sul Catarinense. Participaram 30 pacientes atendidos no ambulatório durante os meses de agosto e setembro de 2021. Os dados foram analisados estatisticamente com margem de erro de 5% e confiabilidade de 95%. Os resultados demonstraram que dos participantes (n.30) 63,35 % (19) do sexo feminino, 43,4% (13) com idade entre 61 a 70 anos. Da população geral (n.30), os homens apresentam ITB mais grave e mais dor. Entre os diabéticos, mantem-se os homens com ITB mais grave, com menos sensibilidade e mais feridas previas.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC, para a obtenção do título de Bacharel em Enfermagem.
