Revascularização pulpar de dentes com rizogênese incompleta: revisão de literatura
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A revascularização pulpar é um procedimento endodôntico que vem sendo estudado a alguns anos, com o intuito de devolver a vitalidade pulpar e o fechamento do ápice radicular dos dentes com rizogênese incompleta e necrosados. Foi desenvolvido como uma alternativa para o tratamento tradicional de apecificação que consiste na inserção de hidróxido de cálcio a longo prazo, com o objetivo de induzir a formação de uma barreira calcificada no ápice radicular, porém não promove o desenvolvimento da raiz. Na técnica de revascularização pulpar, o canal é desinfetado com soluções irrigadoras e aplicado uma pasta poliantibiótica composta por medicamentos de amplo espectro de ação permanecendo no interior do canal por aproximadamente vinte e um dias. Após esse período, a pasta é retirada do canal e um sangramento é induzido através da estimulação do tecido periapical, onde formará um coágulo no interior do canal radicular estimulando a regeneração dos tecidos pulpares. Após esta fase é realizado um tampão cervical com MTA (agregado trióxido mineral), servindo de anteparo para o selamento definitivo com material restaurador. A proservação do caso, deve ser realizada durante cinco anos com exames radiográficos e clínicos. Diante disso, o objetivo desse trabalho é revisar e descrever o protocolo usado no tratamento de revascularização pulpar em dentes com rizogênese incompleta e necrosados.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do grau de Bacharel no Curso de Odontologia da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC.
